#316: Desconstruindo A Cabana

Paulinho Degaspari, Adriana Degaspari, Rodrigo Bibo e Cacau Marques entram na cabana de William P. Young para entender o Deus retratado pelo autor em seu livro e analisam os pontos positivos e negativos da obra. Mesmo se você não leu o livro ou não viu o filme, entre com a gente nesta jornada e descubra se vale ou não a pena comer esse peixe apesar das espinhas.

Duração: 01:15:43

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  • Felipe Barbosa

    “Destruindo a Cabana” seria um nome melhor hahaha

  • Ronald Nascimento

    Tive o privilégio de ver o filme numa sessão de pré estreia, voltada para liderança religiosa de Fortaleza. Inclusive meu pastor estava sentado atrás de mim… Ao meu lado esquerdo, o crítico e podcaster Raphael Santos (que foi inclusive citado no programa), no lado direito, minha irmã que chorou litros com o filme… Gosto absolutamente de todos os filmes voltados para o público cristão, por mais ruim que eles sejam, procuro sempre relevar. Adaptação, costuma ser inferior ao livro, e o filme A Cabana é mal adaptado, tem problemas de direção e uma atuação pífia do Sam Worthington. No entanto, os pontos positivos do livro são apresentados na tela grande, especialmente o Deus Pai, numa figura extremamente cativante, muito bem interpretada pela Octavia Spencer.

  • Farley Monteiro Filho

    Excelente!! Gostei muito do livro, assisti ontem o filme e parafraseando a Dri, acho que dá sim para comermos um delicioso peixe, lançando fora as espinhas, como precisamos fazer com qualquer obra!
    Só tenho algo mais a dizer: #CacauMeRepresenta !!
    Parabéns pessoal!

  • http://twitter.com/CristianoAlm Cristiano Almeida

    Gostei muito da conversa. Fiquei concordando e discordando aqui como se vocês estivessem me ouvindo. Vocês abordaram os pontos tão bem que me sinto satisfeitíssimo e sem nada a complementar. Abraços!

  • Karolina Regis

    Amei como sempre a discursão… Fiquei meio como o Bibo pq li a bastante tempo kkk, mas eu concordo com a Dri, é uma leitura bastante prazerosa se você souber retirar todas as espinhas.

  • Vitor Torres

    Muito bom! Não concordei com todas as análises, mas, muito legal! De repente seria interessante pegar a opinião de algumas pessoas de “peso” e colocar no podcast dizendo o que acharam do livro, se o leram. Tipo, PauloJr. Ariovaldo etc. Abraço Deus os Abençoe!

    • http://brunopulis.com Bruno Pulis

      Vitor, com certeza Paulo Jr não leu. Rs

      • Vitor Torres

        Mas o Ariovaldo sim! : )

  • Ruth Felix

    Gostei muito desse papo. Como a Dri, li o livro três vezes. Amei e aprendi muito. É verdade que há pontos teológicos discutíveis. Mas somente entre teólogos de carteirinha. Se há problemas literários, na narrativa, não é o suficiente para atrapalhar o entendimento. No geral o livro é inteligível, emocionante e não tem problemas teológicos a ponto de nos fazer jogar o livro na fogueira. Pelo contrário. Em minha segunda leitura, a cada capítulo, eu anotava lições relevantes sobre um Deus de amor, de relacionamento e não religioso. Sempre ouvi das duras críticas à Cabana. E sempre as achei estranhas. Nunca consegui enxergar as “enormes espinhas” que poderia me levar a um entendimento relativista, niilista ou até mesmo liberal. Mas quando apareceu no meu feed sobre ” Desconstruindo a Cabana, pensei; agora devo mudar de Ideia. Eles certamente irão tocar num ponto que eu deixei passar e devo me preparar para mudanças quanto ao melhor livro que li em 2009. Porém, felizmente, acredito. Nada mudou continuo amando esse livro. Quero parabenizar a Dri que me representou muitíssimo bem, kkkk. Foi corajosa e impetuosa, defendendo seu ponto de vista muito bem. O Paulinho está muito bem acompanhado. Mas, quero deixar claro, que sou fã do Bibo e do Cacau. Deus abençoe vocês!

    • Adriana Nascimento Degaspari

      Uau! Curti demais seu comentário! Fico feliz que tenha entendido o que a gente quis dizer sobre o livro. Nele tem umas coisas sem explicação ou mal explicadas, mas acho que não precisa ser jogado na fogueira mesmo. 🙂

  • Andrey S. Soares

    O nome deveria ser “Dri defendendo A CABANA”

    • Adriana Nascimento Degaspari

      Eita! Não! Não deveria. Hahahaha.. ficou tão na cara assim?

  • Elias Flávio de Paiva

    Olaaaaaaaaaaaaaaaa Pessoooooooooaaaaaaassss!

    Gostei muito do programa, estão de parabéns.

    Eu não li o livro nem assisti ao filme, mas, partindo dos comentários de vocês, eu gostaria apenas de dizer que, de um tempo pra cá eu comecei a pensar nas formas como Deus age.

    Acredito que mesmo que tenha alguns sérios na obra, não creio ser justo dizer que não creiamos que alguém venha a Deus através de uma ficção como essa. Sabemos que Deus pode usar o que quiser para convidar quem quer que Ele queira, então, mesmo que isso seja fraquíssimo, é muito possível que Deus utilize em favor das pessoas para levá-las a Ele.

    Não sei se consegui ser claro. kkk. Mais uma vez, parabéns. Que Deus continue a abençoar todos vocês.

  • http://www.resistenciapodcast.com/ Rodrigo Oliveira

    Se sabemos a intenção do autor ao escrever o livro e ela não é explicar a trindade, o perdão e o relacionamento de Deus com o homem, porque não podemos simplesmente ler um bom livro de ficção, sentir emoções, alegria e tristeza?

    Será que a gente fica analizando teologicamente tudo o que assistimos ou consumimos?

    Ouvir o Bibo dizer que o livro é herege e tal, me dói o ouvido. Como definir uma heresia num livro que se propõe a ser apenas um livro de ficção, diferente do doido do Dan Brown que escreve e depois embarca numa viagem real baseada na própria ficção?

    Li o livro e gostei muito, apenas isso. Não me aproximou e nem afastou de Deus. Assistirei o filme também, apenas por diversão.

    Fico com a impressão de que um não cristão tem mais chance de se divertir com a obra do que um cristão carregado de teologia.

    Mas, é apenas a minha opinião.

  • Welber Martins

    Na época que li o livro gostei muito. Mas um livro que eu li sobre a Cabana, e uma rádio que escutava na época, já me apontaram alguns perigos da Cabana. Muito bom o podcast

  • André Lopes

    Caros, primeiro obrigado pela dedicação de vocês em ler o livro e fazer esse episódio. Gostei da conversa e achei muito interessante o final qdo disseram que quem lê pra si gosta e pode ser mais tocado, diferente de quem lê preocupado com o que os outros podem interpretar (incorretamente). É um dilema mesmo… mas vale o exercício.

  • Lívian

    Estava com medo de ouvir este podcast e a galera detonar geral…sem um tiquinho de piedade como ja vi em alguns temas… Porém, me surpreendi. A discussão foi bem plausível e abriu espaço tanto para um entendimento subjetivo como a luz da palavra (e de teólogos e concílios…). Enfim, gostei da analogia da Dri…tire os espinhos e saboreie a carne.

    • Adriana Nascimento Degaspari

      Eu também já vi a galera detonando geral o livro e o filme..minha preocupação é a gente tentar ver pontos interessantes e não massacrar a obra pois o P Young foi bem corajoso em retratar a trindade através de uma ficção. Um abraço!

  • http://www.criativacontabilidade.com.br Cláudio Antônio da Silva

    Esse PodCast ficou muito bom, mas mesmo com o ótimo conteúdo aqui, ainda não tenho intenção de ler o livro. Uma coisa que me espanta em relação ao mesmo, é ouvir crentes que quase não leem a Bíblia e nunca dizem que a Bíblia mudou sua vida, dizer em alto e bom som que este livro o fez, isso é uma tragédia.

  • Daniel Zemuner

    Caros Paulinho e demais. Achei fantástico o bate papo sobre A Cabana. Se desejarem, tenho uma entrevista feita pelo Willie Torresin, do Êxodus Brasil, onde o autor explica em detalhes o contexto no qual ele estava inserido quando escreveu o livro. Se desejarem posso encaminhar. Forte abraço e parabéns pelo belo trabalho.

  • Renato Kleber Pereira Diniz de

    Fazia tempo que não ouvia! Continua sensacional!!!