#332: Experiências alternativas

Paulinho DegaspariAdriana Degaspari, Jhonatan Bruno e Lucas Ferraz conversam sobre as situações mais extraordinárias que já vivenciaram e contam suas experiências mais alternativas. Descubra quem comeu comida exótica sem saber, quem compartilhou tereré pelo Reino e quem passou apuros gravando podcast em público.

Duração: 53 minutos

Responda nos comentários: Qual a experiência mais bizarra/extraordinária que você já viveu?

» No Blog da Ultimato: Vamos tomar um café?, por Adriana Degaspari

Siga irmaos.com também nas redes sociais:

Facebook: irmaos.com/facebook
Instagram: irmaos.com/instagram
YouTube: irmaos.com/youtube
Telegram: irmaos.com/telegram
WhatsApp: (19) 99731-9223

Para ouvir este programa, clique no play do player abaixo ou baixe o arquivo mp3 em seu computador. Se preferir, baixe o arquivo zipado. Para ouvir em um smartphone, instale algum aplicativo de podcasts e procure pelo Podcast irmaos.com.

CONTEÚDO RELACIONADO

  • Éber Evangelista

    Paulinho e Adriana, se vocês aparecerem por lá, ganham um vale-caricatura. Faço vocês de Superman e Lois lane… rsrs

    • Giancarlo Marx

      Mano, queria muito ter ido, de verdade. Mas a gente se tromba em outra oportunidade.
      Também quero caricatura. hahaha

      • Éber Evangelista

        Ô, meu amigo! Sim, com a graça de Deus, teremos outras oportunidades.
        Faço uma caricatura sim. Que herói você gosta? rsrs

        • Giancarlo Marx

          Cara, como vc sabe sou fãzaço de Star Wars, mas tbm gosto muito do Wolverine.

  • Emanuel De Oliveira Peres

    Fala Paulinho e dri! Blz?
    Eu sou o Emanuel do Grupo Leme em Campinas, e uma das melhores experiencias que eu estou tendo é voltar a acompanhar o podcast, tem sido muito bom e abençoador (n sei se essa palavra existe kkk).
    Mas fora isso eu acho q a experiência mais doida que eu tive com um morador de rua. Certo dia eu estava passando a pé por uma avenida e encontrei esse cara parado no meio da rua, então perguntei se ele estava bem e ele veio conversar comigo. Por não ter alguns dentes e estar meio louco a conversa foi um tanto quanto rasa, mas ele se sentiu muito amado, tanto que nos abraçamos algumas vezes. Quando perguntei o nome dele, ele teve muita dificuldade para responder, pois estava tentando lembrar. Então ele falou algo parecido com Léo, eu perguntei “Leonardo?” e ele com um sorriso de orelha a orelha respondeu “Leonardo!”. Falei um pouco de Jesus pro Léo e oramos. Não sei como ele está hj mas espero encontrá-lo na glória.

  • Davi Brandão

    Davi Brandão:
    Cabei de ouvir. Curti o tema.
    Penso que no que tange à visitar outras igrejas, o que “impede” muitos irmãos (claro, além do “sair da zona de conforto”) é a ideia de limitação do corpo de Cristo. Creio que pensar que o corpo de Cristo é apenas “a minha igreja, ali na rua x numero y” cria barreiras na troca de experiências.
    Acabei de me lembrar de uma passagem em Romanos, onde o Apóstolo Paulo desejava ir ver os irmãos romanos “a fim de repartir convosco algum dom espiritual, para que sejais confirmados, isto é, para que, em vossa companhia, reciprocamente nos confortemos por intermédio da fé mútua, vossa e minha.”(Rm 1:11,12). Creio que “derrubar as muralhas denominacionais, teológicas(em coisas secundárias)” para compartilhar experiências com outros irmãos na fé e também receber q experiência de conhecer novos irmãos, maneiras e coisas do tipo. Sério, sensacional o pod.

  • Giancarlo Marx

    Olá pessoas! Paulinho, Dri, Jhonatan e Lucas. Que programa, meus amigos!
    Enquanto ouvia estava realmente refletindo em alguns aspectos que nos limitam de experimentar coisas novas. Então o apelo do Paulinho no final não poderia de modo algum passar em branco.

    Eu, a Dani e a Isa congregamos em uma comunidade pequena, que não dispõe de estruturas e departamentos muito elaborados. Apesar disso somos bastante envolvidos com a “população de rua”, que visitamos como família mesmo.
    Sim, muitas noites nós nos aprontamos, pegamos o carro, às vezes uma pizza, um bolo ou esfihas, e vamos visitar os caras, da mesma forma que fazemos com a “população de casa”.
    Somos sempre recebidos com muito amor sentados no chão sob o toldo de uma loja, em um banco de praça, ou num coreto. Comemos com eles enquanto ouvimos histórias e contamos histórias. É bastante comum vê-los chorar, e isso acontece muitas vezes pelo simples fato de sentarmos no papelão como eles fazem.

    A experiência que eu escolhi pra contar aconteceu em meados de 2014, enquanto visitávamos um grupo com o qual já havíamos estado algumas vezes. Desta vez havíamos levado mais um casal com a gente.
    Um rapaz aparentava estar muito incomodado. Parecia que tinha algo a dizer. Então ele me chamou num canto. Fui. Então ele começou a falar:

    – Eu fui enquadrado com 157. Você sabe o que é isso?

    E eu respondi:

    – Não. O que é?

    E ele se derramou em lágrimas, como quem se confessa diante do próprio Cristo:

    – Eu tirei a vida de uma pessoa pra roubar uma moto.

    Assim, a seco. Sem justificativas. Sem amarras. Ele se abriu. Eu o abracei e chorei com ele.

    O rapaz é irmão de um tatuador bastante conhecido aqui em Indaiatuba. Havia cumprido pena há poucos anos. Mas apesar de estar quites com a justiça a culpa por um ato cometido sob efeito de drogas esmagava o seu coração.

    Minha filha Isabelle chegou perto da gente. Abraçou nós dois. Orou para que ele tivesse paz. Em seguida voltou para o meio do grupo. Ela tinha 9 anos.

    Quando ele conseguiu se recompor me contou que tinha 3 filhos. O último deles ainda um bebê.

    – Eu sou um péssimo pai com meus dois filhos. Nunca me preocupei em cuidar deles, muito menos de dar um bom exemplo. Mas com esse não vai ser assim. Ele vai conhecer a realidade da vida e a realidade de Deus como a sua filha. Vou procurar a mãe dele amanhã mesmo.

    Vimos ele mais algumas vezes depois disso. Mas em pouco tempo ele parou de dormir na rua.

    Você não tem ideia do quão transformadora uma experiência dessas é pra nós mesmos. Já presenciamos moradores de rua profetizando sobre nós (o nome do profeta era “Ezequiel” e ele nos contou sobre a passagem dos ossos secos), já vimos gente ser reintegrada à família que não via há mais de uma década, já presenciamos pessoas que estavam na rua desempregados há 20, 30 anos arrumarem trabalho e se socializarem.

    Essas coisas mexem com a gente num nível que não tenho como expressar neste comentário. Um dia eu te conto mais. Por hora agradeço a oportunidade.

    Forte abraço!

  • Emanuele Freitas

    Quando eu ingressei no curso de matemática na UFMG eu conheci uma galera que se reunia em pequenos grupos nos prédios da universidade. E eu fui convidada a participar de um evangelismo na entrada da universidade onde a gente oferecia um plano o Infinity Life alguns dos meninos se pintaram de azul e detalhe na época o Blue Man Group estava fazendo comerciais da Tim. Nós tínhamos um panfleto de divulgação dos benefícios do plano, onde um deles era vida eterna . Foi muito bacana porque o pessoal chegava pra entrar na UFMG e achava que a gente trabalhava pra Tim, e vinham com o discurso: “não esse plano eu já tenho” e a gente “não esse plano é diferente, não existe nenhum outro com esses benefícios”. Essa experiência foi muito importante pra mim porque até então eu não tinha feito nada parecido e contribuiu pra que posteriormente eu participe de outros trabalhos e meios de evangelismo universitário

  • http://www.criativacontabilidade.com.br Cláudio Antônio da Silva

    Quase no final da maratona, agora só falta um episódio para estar em dia com irmaos.com, Show