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			  <title>irmaos.com - Boa Semente</title>
			  <description>Textos da seção Boa Semente</description>
			  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?coluna=boasemente</link>
			  <language>pt-br</language>
			
				  <item>
				  <title>O DIA MAU REVELA TUDO</title>
				  <description>
"Se te mostrares fraco no dia da angústia, é que a tua força é
pequena"
 (Provérbios
24:10)
Uma velha canção popular norte-americana diz algo como “minha
cabana nunca vaza quando não chove”. É engraçado o humor sutil, mas se
pensarmos bem há uma profunda verdade por trás dessa frase. Uma edificação não
prova sua resistência no clima bom mas no clima mau. Assim também o cristão não
mostra sua força nos dias calmos, mas nos dias de adversidade.


A essência do cristianismo vem à luz quando as coisas se tornam
difíceis. Escrevendo aos novos crentes em Tessalônica, o apóstolo Paulo os
lembra que foram eleitos por Deus e essa é a razão de enfrentarem tribulações e
conflitos: “E vós fostes feitos nossos imitadores, e do Senhor, recendo a
palavra em muita tribulação, com gozo do Espírito Santo… também padecestes de
vossos próprios concidadãos… pois, estando ainda convosco, vós predizíamos que
havíamos de ser afligidos, como sucedeu” (1
Tessalonicenses 1:6; 2:14; 3:4).


Infelizmente, a vida cristã é descrita de modo inteiramente
diferente hoje em dia. Somos ensinados que ser cristão é a chave para se ter
saúde, dinheiro, sabedoria, e tudo o mais que este mundo oferece. Enfatiza-se a liberdade e a grandeza da
salvação de Deus, mas sem a menção do custo de se render ao senhorio de Cristo.
Falamos muito sobre a segurança do crente, mas pouquíssimo sobre o escândalo da
cruz. Não é de estranhar que os cristãos hoje sejam tão iguais às pessoas do
mundo!


Olhar para o Senhor Jesus e Sua cruz nos dará coragem no dia da
tribulação, e nossa própria fraqueza Deus poderá usar como plataforma sobre a
qual Ele mostrará Sua suficiência e glória.


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				  <pubDate>21 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10610</link>
				  </item>

				  <item>
				  <title>SACERDOTES DO DEUS VIVO EM QUALQUER LUGAR</title>
				  <description>
"Sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para
oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo… vós sois…
o sacerdócio real… para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das
trevas para a sua maravilhosa luz"
 (1 Pedro
2:5,9)
Dois amados servos de Cristo foram capacitados a desempenhar,
sob as mais severas circunstâncias, o sacerdócio real e santo que receberam do
Senhor Jesus. Em Atos 16:19-34 lemos como Paulo e Silas foram jogados na parte
mais secreta da prisão de Filipos, como as costas deles foram cobertas de
feridas feitas por açoites e como seus pés foram amarrados a um tronco. O que
fizeram? Murmuraram e reclamaram? Não! Como sacerdotes reais, eles ofereceram
sacrifícios de louvor. “E, perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam
hinos a Deus”. Que preciosidade! O que eram as escaras, os pés amarrados, a
humilhação da prisão para os santos sacerdotes? Nada mais que um escuro pano de
fundo no qual a graça viva que estava sobre eles brilhou com intensidade.


Às vezes situações incômodas, pequenos aborrecimentos diários
são mais que suficientes para nos tirar o equilíbrio. Paulo e Silas se
encontravam em um momento realmente difícil; mas eles tinham consciência de que
eram pedras vivas e sacerdotes santos.


E agiram como tal. Eles não estavam vestidos com ouro ou prata,
mas possuíam algo muito mais precioso: as virtudes dAquele que nos chamou das
trevas para Sua maravilhosa luz. E onde essas virtudes brilham? Nas comoventes
palavras dirigidas ao carcereiro: “Não te faças nenhum mal”. As vozes dos
sacerdotes santos vinham diretamente do trono de Deus e atingiram o objetivo:
alcançar o coração do carcereiro. Deus foi glorificado e o carcereiro salvo por
dois homens que entenderam seu papel como sacerdotes do Deus vivo, mesmo
feridos, injustiçados e presos em uma cadeia imunda. 


</description>
				  <pubDate>20 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10609</link>
				  </item>

				  <item>
				  <title>PALAVRAS ERRADAS NA HORA ERRADA!</title>
				  <description>
"E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu
como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz. E eis que lhes
apareceram Moisés e Elias, falando com ele. E Pedro, tomando a palavra, disse a
Jesus: Senhor, bom é estarmos aqui; se queres, façamos aqui três tabernáculos,
um para ti, um para Moisés e um para Elias. E, estando ele ainda a falar, eis
que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o
meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o"
 (Mateus
17:2-5)
Embora Moisés e Elias também houvessem aparecido
miraculosamente, somente o Senhor Se destacou diante dos olhares dos discípulos
e é descrito com “transfigurado”. Era tempo de Pedro falar? Não! Em uma
situação única como esta, ele tinha de guardar silêncio e ouvir. Mas ao invés
disso, Pedro fez uma sugestão totalmente errada. Tanto Moisés quanto Elias
haviam padecido neste mundo, assim como o próprio Senhor. Não houve lugar para
eles nesta terra. Além disso, nem Moisés nem Elias desejariam compartilhar da
glória do Filho de Deus!


Os dois profetas sumiram no cenário quando a voz dos céus falou:
“Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo, escutai-o”. Se alguém tinha de
falar era o Filho de Deus. Portanto, Deus interveio e Suas palavras foram uma
séria reprovação para Pedro, que entendeu a mensagem. Em sua segunda epistola,
ele menciona: “Porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da
magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em
quem me tenho comprazido. E ouvimos esta voz dirigida do céu, estando nós com
ele no monte santo” (1:17-18).


Certamente Pedro, Tiago e João não esqueceram este momento
singular, e nem as palavras do Pai em relação ao Filho.


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				  <pubDate>19 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10608</link>
				  </item>

				  <item>
				  <title>MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE 2 SAMUEL</title>
				  <description>
"Tome ele também tudo, pois já veio o rei, meu senhor, em paz
à sua casa"
 (2 Samuel 19:30)
(Leia 2 Samuel 19: 16-30)
Notemos como o vitorioso Davi se comporta para com os que não o
seguiram. Simei, o acusador, vem para implorar o perdão de Davi. Davi o perdoa,
embora duvide da sinceridade do arrependimento de Simei. Depois é a vez de
Mefibosete; Ziba o acusou de hostilidade para com Davi (16:3). Será que, para aumentar nossa importância, às vezes
acusamos os outros injustamente? Isso é calúnia (v.
27).


Mefibosete demonstrou sua lealdade ao verdadeiro rei ao observar
luto publicamente durante a ausência de Davi (v.
24). Como ele poderia alegrar-se enquanto seu senhor e benfeitor tinha
sido rejeitado? Lembremos o que o Senhor Jesus disse aos Seus discípulos quando
estava prestes a deixá-los: “Um pouco, e não me vereis… vós chorareis e vos
lamentareis… vós estareis tristes; mas a vossa tristeza se converterá em
alegria” (João 16:19-20 e Marcos 2:20). 


A alegria de Mefibosete o capacitou a superar todos esses erros.
Ele não se arrependeu de ter abandonado todos os seus bens. A presença do rei
era suficiente para ele (v. 30). Do que
mais ele precisava, já que comia à mesa do rei?


</description>
				  <pubDate>18 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10607</link>
				  </item>

				  <item>
				  <title>MARCADO PARA SER DE DEUS</title>
				  <description>
"Simão relatou como primeiramente Deus visitou os gentios,
para tomar deles um povo para o seu nome"
 (Atos 15:14)
Desde o derramar do Espírito Santo em Pentecostes (Atos 2), Deus tem reunido um povo no mundo para
Sua possessão: eles constituem a verdadeira Igreja, a “Igreja do Deus vivo” (1 Timóteo 3:15). Tão logo alguém vem ao Senhor
Jesus, o Redentor, e recebe o perdão dos pecados e a vida eterna, diante de
Deus já não é mais um pobre pecador, nem judeu nem gentio. Tal pessoa pertence
a Jesus Cristo e de acordo com a promessa divina se torna filho de Deus,
transportada “para o reino do Filho de seu amor” (Colossenses
1:13).


Cada crente é membro do Corpo de Cristo, a Igreja de Deus, e uma
pedra viva na construção que está sendo edificada “no fundamento dos apóstolos
e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina; no qual
todo o edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor” (Efésios 2:20-21).


Como os filhos de Deus são ricos! Que preciosos bens têm! E
ninguém jamais pode tirar isso deles, pois essas riquezas estão “guardadas nos
céus” (1 Pedro 1:4).


Pensar sobre a gloriosa esperança do povo de Deus nos dá coragem
para sermos pacientes. Pensar sobre o Noivo que virá do céu para nos levar
Consigo à glória enche nosso coração de júbilo.


Essa é sua esperança também? Você já é uma “pedra viva” e está
crescendo com o crescimento que o Deus do universo dá a esse maravilhoso
edifício? 


</description>
				  <pubDate>17 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10606</link>
				  </item>

				  <item>
				  <title>CURA PARA A CEGUEIRA</title>
				  <description>
"Respondeu ele:… Uma coisa sei, é que, havendo eu sido cego,
agora vejo"
 (João 9:25)
Em João 9 lemos a história de um homem que nasceu cego e foi
curado pelo Senhor Jesus. Esse homem e sua deficiência ilustram perfeitamente a
condição espiritual de cada pessoa que nasce neste mundo.


A Palavra de Deus declara que o homem é cego no tocante ao seu
próprio estado de perdição e a Deus. E o Filho de Deus veio ao mundo para
derramar luz em nossas trevas (Salmo 18:28).
Ele afirmou que era a luz do mundo (João 8:12).
Sem Ele restam apenas trevas e perdição. Quem O recebe tem a “luz da vida”.


À luz da morte de Cristo na cruz fica evidente quem Deus é e
quem o homem é. Deus é santo, julga o pecado, mas, ao mesmo tempo, sacrificou
Seu próprio Filho pelos pecadores. E a condição do homem é tão terrível que
nada, a não ser a morte do Senhor Jesus poderia nos reconciliar com Deus. Na
cruz o Senhor suportou o castigo pelo pecado, para que quem nEle crer receba o
perdão.


Os que se recusam a ouvir e a aceitar a verdade sobre Deus e
sobre si mesmos permanecem em trevas. Mas quem vem a Cristo, a luz verdadeira,
confessando sua culpa irá experimentar o que é ter luz, e mais: o que é ser luz. Essa é a cura de Deus para
nossa cegueira.


Um cristão genuíno sabe o que é ser salvo e ser filho de Deus.
Sabe o que é abandonar as trevas e viver na maravilhosa luz de Deus. O
relacionamento com Deus não é baseado em suposições, mas em certeza e
realidade. Por isso, podemos fazer coro com o cego do versículo acima: “Uma
coisa sei, é que, havendo eu sido cego, agora vejo”!


</description>
				  <pubDate>16 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10605</link>
				  </item>

				  <item>
				  <title>DEUS SABE O QUE É MELHOR PARA VOCÊ</title>
				  <description>
"Ele é a Rocha, cuja obra é perfeita, porque todos os seus
caminhos juízo são; Deus é a verdade, e não há nele injustiça; justo e reto é"
 (Deuteronômio 32:4)
Quando Satanás conseguiu com suas mentiras fazer Eva acreditar
que Deus estava retendo algo bom, algo desejável, ela começou a duvidar de
Deus. Pensou que sabia mais que Deus o que era melhor para si. Sobre a árvore
do fruto proibido Deus falou: “No dia em que dela comeres, certamente morrerás”
(Gênesis 2:17). Mas Eva olhou para aquela
árvore e julgou que era “boa para se
comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento” (Gênesis 3:6). Ela se baseou em seu próprio
julgamento ao invés de considerar a palavra que Deus dissera sobre esse
assunto. Que terrível desgraça Eva trouxe à humanidade quando optou por não
acreditar em Deus!


E esta é a principal raiz de toda a infelicidade do mundo hoje.
Encare esse fato com toda a honestidade. Se você deseja felicidade e paz, você
tem de começar exatamente por este ponto. Trate em sua própria vida com a raiz
de todo erro: a falta de confiança na sabedoria e na bondade de Deus. Perceba
como opera em sua mente a mesma
mentira satânica de que você sabe melhor que Deus o que lhe fará feliz. Decida
de maneira consciente confiar no que Deus declara sobre qualquer assunto em vez
de confiar em seus próprios pensamentos e opiniões. A infinita sabedoria divina
lhe dá plena garantia que Ele sabe o que é melhor para você. Você pode
experimentar a “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2); basta voluntariamente se render
ao Senhor Jesus, crendo em Seu amor, sabedoria e poder. 


</description>
				  <pubDate>15 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10604</link>
				  </item>

				  <item>
				  <title>REPETINDO ORAÇÕES E ORANDO DE VERDADE</title>
				  <description>
"Eis que ele está orando"
 (Atos 9:11)
Como o coração do Senhor deve ter se alegrado ao pronunciar
estas palavras acerca daquele que havia sido inimigo do evangelho. Antes de se
encontrar com o Mestre no caminho de Damasco, Saulo de Tarso podia ser chamado
de um homem religioso, intenso, zeloso, convicto, mas não um homem de oração. A
verdadeira oração é uma linguagem que somente
os que amam ao Senhor conhecem. O resto não passa de invocação a ídolos que não
podem ver nem ouvir, muito menos responder.


Obviamente Saulo memorizou e repetia todas as orações judaicas.
As palavras do Senhor sobre os religiosos hipócritas bem podiam se aplicar
duplamente a um fanático como Saulo: “E, quando orares, não sejas como os
hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das
ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o
seu galardão” (Mateus 6:5). Talvez a
oração do orgulhoso fariseu em Lucas 18:11 poderia refletir exatamente o
coração de Saulo antes de sua conversão: “Ó Deus, graças te dou porque não sou
como os demais homens”. 


Mas como a oração dele se tornou diferente depois de ter se
encontrado com o Senhor! Seu espírito perseguidor e orgulhoso se transformou em
pó. Seus olhos, que haviam testemunhado o martírio de Estevão, não conseguiam
ver ninguém. Seu corpo inteiro permaneceu vazio por três dias – sem comida nem
bebida.


E então Saulo orou. Uma vida de tamanha dependência de Deus logo
daria frutos em Damasco e em Jerusalém – e por fim em todo o império romano. A
maneira que Saulo orou em sua infância espiritual foi a mesma que orou durante
sua vida cristã inteira, ou seja, com fervor e conhecimento. Analise a oração
dele pela salvação de Israel, pelo crescimento espiritual dos santos em Éfeso,
Colossos e outras cidades, e por seu jovem filho na fé, Timóteo.


Há uma enorme diferença entre repetir orações e orar de verdade.
Deus se deleita imensamente em homens e mulheres de oração. Como está sua vida
de oração?


</description>
				  <pubDate>14 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10603</link>
				  </item>

				  <item>
				  <title>ENFIM LIVRE DE TODO CATIVEIRO!</title>
				  <description>
"Naquele tempo estáveis sem Cristo… não tendo esperança, e sem
Deus no mundo. Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já
pelo sangue de Cristo chegastes perto"
 (Efésios 2:12-13)
Certa manhã do ano de 1822, dois navios de guerra britânicos
enviados para eliminar o tráfico de escravos descobriu uma embarcação com
africanos a bordo. Nos porões 187 prisioneiros estavam amontoados, famintos e
doentes.


Entre eles havia um jovem chamado Ajayi proveniente de uma vila
em Benin. Uma guerra civil eclodira na região onde morava e ele teve de fugir
com a mãe e as irmãs para a selva. Durante a fuga, de repente Ajayi sentiu uma
corda enrolar em seu pescoço. Havia sido pego no laço como um animal. Foi
separado de seus amados e vendido várias vezes. Em desespero tentou em vão se
suicidar por duas vezes. 


Agora Ajayi estava livre. Os navios britânicos aportaram em
Freetown, Serra Leoa, onde os escravos libertos foram recebidos e ensinados a
ler e escrever. Ali Ajayi se tornou cristão. “Depois de três anos que fui
liberto da escravidão, descobri que havia outro tipo de cativeiro – sobre o
qual nada sabia: o cativeiro do pecado e de Satanás. Mas o Senhor abriu meu
coração e me resgatou da pior forma de escravidão possível.” 


Após alguns anos, Ajayi se mudou para a África central onde
viveu por mais 62 anos. Não carregava nenhuma mágoa contra aqueles que o
fizeram sofrer. Com amor incansável, trabalhou para os que ainda eram cativos
do pecado e do diabo recebessem a mesma libertação que ele. Ele experimentou a
verdade de João 8:36: “Se, pois, o filho vos libertar, verdadeiramente sereis
livres”.


</description>
				  <pubDate>13 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10602</link>
				  </item>

				  <item>
				  <title>A IGREJA NÃO TEM DE SE MISTURAR AO SISTEMA DESTE MUNDO</title>
				  <description>
"Quando o Altíssimo distribuía as heranças às nações, quando
dividia os filhos de Adão uns dos outros, estabeleceu os termos dos povos,
conforme o número dos filhos de Israel. Porque a porção do SENHOR é o seu povo;
Jacó é a parte da sua herança"
 (Deuteronômio
32:8-9)
A primeira aplicação deste texto é voltada para Israel. A Igreja
pode aprender com isso, mas aplicar esta palavra à Igreja envolve um duplo
mistério de natureza muito séria: implicaria nada menos que rebaixar a Igreja
do nível celestial para o nível terreno, e uma injustificada interferência na
posição divinamente designada para Israel. 


Em que a Igreja de Deus, o corpo de Cristo, se relaciona com o
estabelecimento das nações aqui neste mundo? Absolutamente nada! Segundo a
mente de Deus, a Igreja é uma peregrina aqui. Sua porção, origem, esperança,
lar, herança, enfim, tudo dela está no céu. Sua vocação, seu caminhar, seu
destino, caráter, princípios, moral são necessariamente celestiais. A Igreja
não se mescla à política desta terra. Ela irá se mostrar infiel para com seu
Senhor, seu chamado e valores à medida que se misturar com o sistema que rege
as nações, e com a corrente deste mundo. Se a Igreja fizer isso, tal sistema
satânico irá absorvê-la. Nosso Senhor Jesus afirmou: “Eu não sou deste mundo (João 8:23); “O meu Reino não é deste mundo” (João 18:36); portanto, o corpo de Cristo, a
Igreja, também não é deste mundo. 


Isso é definitivo. Nossa posição e alvo é Cristo. “Portanto, se
já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo
está assentado à destra de Deus” (Colossenses
3:1). “Qual ele é, somos nós também neste mundo (1 João 4:17).


</description>
				  <pubDate>12 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10601</link>
				  </item>

				  <item>
				  <title>MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE 2 SAMUEL</title>
				  <description>
"Levanta-te, pois, agora; sai e fala conforme o coração de
teus servos"
 (2 Samuel 19:7)
(Leia 2 Samuel 19: 1-15)
Nem todos os que seguiam Davi o faziam por fé. Joabe é um
exemplo disso. Para ele, apenas os seus
próprios interesses eram importantes. Ele não tinha escrúpulos, não
vacilava em cometer um crime se alguém atrapalhasse seus planos. As censuras
que ele dirigiu a Davi eram ainda mais inapropriadas pelo fato de o próprio
Joabe ser o responsável pelo assassinato de Absalão e, portanto, pela dor do
rei. Contudo, tais censuras ajudaram o rei a se controlar e a pensar no
interesse do povo, em vez de pensar em sua própria angústia. 


As aflições de Davi produziram fruto; as provações o fizeram
conhecer seu Deus mais de modo mais real e íntimo. Ele enfrentou tribulação,
angústia, perseguição, perigos, espada. Mas todas essas coisas lhe deram
oportunidade de compreender melhor os inesgotáveis recursos do amor divino (Romanos 8:35).


Quanto ao povo, vemos agora contendas (v. 9). Em Judá há uma deplorável falta de devoção. Mas Davi age
com espírito de graça. E o coração do povo se volta para ele, assim como no
futuro todos se submeterão ao Senhor Jesus quando, após a vitória final sobre
Seus inimigos, Ele aparecer para reinar em glória.


</description>
				  <pubDate>11 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10600</link>
				  </item>

				  <item>
				  <title>O QUE SIGNIFICA TUDO ISSO PARA VOCÊ?</title>
				  <description>
"Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com
dores de parto até agora. E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias
do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a
redenção do nosso corpo"
 (Romanos
8:22-23)
O que significa a fúria nos elementos que nos cercam –
tempestades, furacões, enchentes, terremotos?


O que significa o gemido das pessoas oprimidas – o grande
desconforto das nações?


O que significa a grande angústia da natureza – secas, novas
doenças, doenças antigas ressurgindo?


É a criação clamando por um novo tempo.


Se você parar para prestar atenção verá a voz de Deus nessas
coisas! São sinais de algo que Ele já nos falou: o fim desta era maligna e a
chegada de um novo e glorioso dia para a terra. A má notícia é que o novo tempo
virá depois de severos julgamentos que acontecerão antes do Senhor retornar. A
Bíblia profetiza: “Todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele” (Apocalipse 1:7). Mas o crente não vai enfrentar
esse julgamento. Somos exortados: “Sede vós também pacientes, fortalecei os
vossos corações; porque já a vinda do Senhor está próxima” (Tiago 5:8). 


O que significa essa verdade para você? O que vai acontecer com
você quando esse mundo passar? Você estará na glória ou no julgamento? Não
sabemos nem o dia nem a hora em que o Senhor virá (Mateus
25:13). Você está preparado para esse momento? E estar preparado é crer
no Senhor Jesus e em Sua obra e se render ao senhorio de Cristo. Arrependa-se
de ter vivido até hoje longe de Deus, confesse seus pecados e creia que o
Senhor Jesus morreu e ressuscitou por você.
E aprenda a amá-Lo e a caminhar com Ele diariamente. Então não importa quando
nem de que maneira Ele virá, você sempre estará pronto a segui-Lo!


</description>
				  <pubDate>10 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10599</link>
				  </item>

				  <item>
				  <title>NO TRIBUNAL</title>
				  <description>
"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem
de vós, é dom de Deus"
 (Efésios
2:8)
Simon, um jovem canadense, precisava de muito dinheiro para
sustentar seu vício em drogas. Mas como iria conseguir tanto dinheiro? Tinha
apenas 17 anos de idade. Ele começou a traficar, foi preso duas vezes,
sentenciado, mas não parou.


Pouco antes de completar 18 anos, Simon foi convidado a assistir
uma reunião evangelística. Ali ouviu sobre Jesus Cristo e entendeu que Deus o
amava tanto que deu Seu próprio Filho para morrer na cruz por ele, Simon. O
jovem se rendeu ao amor do Senhor Jesus, confessou seus pecados, e creu no
perdão do Pai. Ele sentiu grilhões de pecado, de rejeição, de rebeldia se
quebrarem: estava livre.


Mas ainda tinha outro processo, o terceiro, para enfrentar. Como
completaria a maioridade penal antes do julgamento, estava apavorado com a
possibilidade de ter de ficar na prisão por um longo tempo. No entanto, decidiu
contar toda a verdade. Diante do juiz, orou silenciosamente a Deus. Ele não
escondeu nada e nem mentiu, e isso aliviou sua consciência. Mas qual seria
sentença? “A sentença para o seu crime é de sete anos de detenção em regime
fechado…” Mas algo aconteceu: a sentença foi suspensa!


Diante do Juiz de toda terra, o que diremos? “Porque importa que
todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba
segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo” (2 Coríntios 5:10). Que sentença você espera
ouvir depois que Deus expuser todos os seus “crimes”, ou seja, seus mais
secretos pensamentos e intenções, suas obras e palavras? Se você estiver em Cristo,
“nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo
a carne, mas segundo o Espírito” (Romanos 8:1).


</description>
				  <pubDate>09 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10598</link>
				  </item>

				  <item>
				  <title>O CAMINHO DO HOMEM ATÉ DEUS</title>
				  <description>
"Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo
sangue de Jesus… cheguemo-nos com verdadeiro coração"
 (Hebreus
10:19-22)
Tão logo Deus tirou o povo de Israel da escravidão do Egito, a
Bíblia nos fala de Seu desejo de habitar com o homem (Êxodo 15:17). Deus deu a Moisés instruções precisas para que se
construísse um “tabernáculo” no qual descansaria a “arca”, uma espécie de cofre
que, por sua estrutura e conteúdo, é um símbolo de Cristo. Tudo isso ficava no
meio de um recinto chamado “átrio” (Êxodo 25-27).
Mas será que de fato o Deus justo e santo pode morar com o homem pecador
sem condená-lo?


Se examinarmos a ordem em que os diferentes elementos que
compunham o tabernáculo são apresentados, compreenderemos que Deus fez todo o
necessário para conceder aos pecadores um acesso a Si mesmo. As instruções
dadas ao povo de Israel começaram pela arca (figura do próprio Cristo) e continuavam
com o altar onde as vítimas eram sacrificadas e queimadas, impressionante tipo
do Senhor Jesus, santa Vítima que tomou nosso lugar na cruz e suportou o juízo
divino contra o pecado. Por último, a única porta de acesso ao átrio era
enorme, pois tinha uns cinco metros de largura. Ainda hoje ressoam estas
palavras do Senhor Jesus: “Eu sou a porta; se alguém entrar por mim,
salvar-se-á” (João 10:9). Contrariamente à
lógica humana, a porta é mencionada por último. Foi necessário que a grandeza
da vida e da morte do Senhor se revelassem para que o caminho até Deus fosse
aberto a nós!


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				  <pubDate>08 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10597</link>
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				  <title>CONFESSAR E PERDOAR</title>
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"E, se pecar contra ti sete vezes no dia e sete vezes no dia
vier ter contigo, dizendo: Arrependo-me, perdoa-lhe"
 (Lucas 17:4)
Imagine que alguém lhe diga: “Se fiz qualquer coisa que lhe
magoou, me desculpe”. Isso é confissão ou arrependimento? Não!
Inconscientemente estamos declarando: “Se você é tão melindroso a ponto de se
ofender com o que eu disse ou fiz, o melindre é problema seu”! Uma confissão (homologeo, ou seja, falar as mesmas
palavras) exige que chamemos o que fizemos ou dissemos pelo mesmo nome que Deus
o chama – ‘pecado’. Se alguém nos ofende, temos de ter certeza de que não
julgamos mal a situação ou a pessoa, pois o amor sempre procura evidenciar a
melhor face das palavras e ações dos outros (1
Coríntios 13:7). Se houver uma prova clara e definitiva que o outro
pecou contra mim, então é obrigatório que eu lhe dê uma oportunidade para
contar o seu lado da história (Mateus 18:15).
Porém, temos de estar preparados para a possibilidade de a ofensa ter sido uma
resposta ou reação a algo que você ou eu
fizemos antes. Neste caso, somos você ou eu que devemos confessar nosso erro e
nos arrependermos!


Arrependimento significa reconhecer e abandonar o pecado! Temos
de ser pacientes com os outros porque todos estamos aprendendo com nossos erros
e, tomara!, nos corrigindo à medida que somos advertidos. No entanto, também
poder haver um padrão repetitivo, o qual a pessoa “confessa” o mesmo pecado mas
não demonstra qualquer vontade de abandoná-lo ou de receber a correção devida.
Se isso é algo que causa problema nos relacionamentos, com Deus e com os
outros, então tem de haver a intervenção de terceiros, e talvez até da assembleia
(Mateus 18:16-17).


Ganhar nosso irmão ou irmã é a prioridade mais alta! Portanto,
precisamos ser prontos a confessar nossos pecados e a perdoar as ofensas que
nos atingem. Não há outra maneira de se viver em comunhão, e é na comunhão que
“O Senhor ordena a benção e a vida para sempre” (Salmo
133:3).


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				  <pubDate>07 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10596</link>
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				  <title>VOLTAR AO SENHOR COMO SE ESTÁ</title>
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"Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai,
pequei contra o céu e perante ti; já não sou digno de ser chamado teu filho;
faze-me como um dos teus jornaleiros. E, levantando-se, foi para seu pai; e,
quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão, e, correndo,
lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou."
 (Lucas
15:18-20)
Seguro de si, o jovem de Lucas 15 deixou sua família para
aproveitar a vida, porém as coisas não aconteceram conforme o planejado. Depois
de ter gasto o dinheiro nos prazeres, teve de trabalhar cuidando de porcos. Na
mais profunda angústia, refletiu e se lembrou da prosperidade da casa paterna.
Então decidiu voltar aos seus familiares e a Deus também. Mas como fazer isso?
Não tinha nada além de sua miséria. Sua pompa desapareceu, sua riqueza
desapareceu… No entanto, foi nesse estado lastimável que ele resolver voltar
para seu pai.


Quantos pensamentos em sua mente no caminho de regresso! Ele que
partiu tão orgulhoso agora voltava como um mendigo. Que vergonha! Que humilhação!
Como seria recebido? Mas a surpresa foi ter sido acolhido como estava. O pai,
movido de compaixão, o abraçou forte e o beijou.


Enquanto não conhecemos a Deus de fato estamos no mesmo estado
desse jovem. Talvez de uma maneira não tão visível, nós também nos extraviamos
e somos culpados. Contudo, o descanso e a felicidade que tanto ansiamos existem
na presença de Deus. Então, por que continuar longe do Senhor Jesus? Mas como
se aproximar de Deus? O que trazer para Ele? A resposta é maravilhosa: apresente-se
como você está. Ele o receberá com júbilo, pois lhe aguarda há muito tempo.


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				  <pubDate>06 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10595</link>
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				  <item>
				  <title>A REVELAÇÃO MUDA TUDO</title>
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"E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do
Deus vivo. E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão
Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus"
 (Mateus
16:16-17)
O nome do Senhor Jesus Cristo tem sido declarado neste mundo por
séculos, e as pessoas professam ter algum tipo de aliança com tal nome. Mas
onde estão aqueles cujo coração é verdadeiramente de Cristo em todos os
sentidos? Quem são aqueles que de fato creem que Jesus é o Cristo, o Filho do
Deus vivo? Essa confissão não foi uma dedução lógica nascida da mente de Pedro,
nem de seus sentimentos. Foi uma afirmação absolutamente verdadeira porque o
Pai celestial revelou isso ao apóstolo.


Tal revelação não foi como a do batismo do Senhor Jesus, quando
a voz do Pai se fez audível: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mateus 3:17). Naquele momento, era João Batista
quem também precisava dessa revelação vinda do alto, pois ele mesmo declarou:
“E eu não o conhecia, mas o que me mandou a batizar com água, esse me disse:
Sobre aquele que vires descer o Espírito, e sobre ele repousar, esse é o que
batiza com o Espírito Santo. E eu vi, e tenho testificado que este é o Filho de
Deus” (João 1:33-34).


A verdade sobre quem o Senhor Jesus é, ou seja, o Filho do Deus
vivo, foi revelada a Pedro. E também a João Batista. E também aos judeus (João 10:30). E também à mulher samaritana, a
Saulo de Tarso e a muitos outros. Todos eles, sem exceção, já tinham um
conhecimento intelectual acerca do Cristo. Até O esperavam, pois as Escrituras
falavam dEle (João 5:39). Mas tudo muda quando o
próprio Deus revela ao nosso espírito quem o Senhor Jesus é. Conhecer não
produz fé nem vida, mas a revelação concedida por Deus nos resgata da morte
para a vida. E isso que está oculto dos sábios e entendidos deste mundo, Deus
revelou aos pequeninos (1 Coríntios 2:7-10).


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				  <pubDate>05 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10594</link>
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				  <item>
				  <title>MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE 2 SAMUEL</title>
				  <description>
" Meu filho Absalão, meu
filho, meu filho Absalão!"
 (2 Samuel 18:33)
(Leia 2 Samuel 18: 19-33)
No capítulo anterior, Aimaás havia corrido em obediência e
alcançado sucesso em seu serviço. Agora sua vontade própria se manifesta: “Deixa-me correr” (v. 19). Consequentemente, seus esforços são inúteis,
conduzindo-o ao engano. O mesmo se aplica a
todas as nossas capacidades; elas são úteis ou não, dependendo de estarmos obedecendo ou não ao Senhor Jesus.


O coração de Davi não estava feliz com a vitória que acabara de
conquistar. Que lhe importava o trono ou mesmo sua vida? Absalão tinha morrido,
e a dolorosa notícia atinge seu coração de pai, à medida que sente sua parcela
de responsabilidade nos eventos que aconteceram. “Meu filho Absalão, meu filho,
meu filho Absalão!” Aqui temos uma das mais terríveis lamentações em toda a
Escritura, terrível o bastante para fazer os pais cristãos estremecer – uma
lamentação sem eco, sem esperança, que expressa a horrenda certeza da separação definitiva e eterna.
Totalmente diferente foi a morte do filhinho de Bate-Seba! Davi, em vez de se
lamentar, declarou com a convicção do encontro na ressurreição: “Eu irei a ela”
(12:23). Mas, para Absalão, assim como
para Judas, melhor seria se ele nem tivesse nascido (Mateus 26:24).


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				  <pubDate>04 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10593</link>
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				  <item>
				  <title>FOGO! FOGO! SALVEM-SE!</title>
				  <description>
"E eis que tu és para eles como uma canção de amores, canção
de quem tem voz suave e que bem tange; porque ouvem as tuas palavras, mas não
as põem por obra"
 (Ezequiel
33:32)
“Os bastidores do teatro pegaram fogo. O palhaço avisou o
público, mas pensaram que era uma piada e o aplaudiram. Ele insistiu o mais que
pôde, e cada vez o público ria mais. Penso que assim o mundo perecerá: na
alegria generalizada, e os religiosos crerão que se trata de uma piada.”


Esta citação do dinamarquês Sören Kierkegaard ilustra
perfeitamente o descuido dos homens frente aos perigos morais e espirituais. As
pessoas estão acostumadas a filmes, imagens da televisão, do computador.
Contudo, a atualidade que frequentemente nos oprime, teria de nos levar a
refletir com profundidade. Mesmo que não sejamos afetados diretamente, a emoção
experimentada é fugaz e logo nos refugiamos na comodidade de nossa indiferença.


As informações se multiplicam, mas nossa capacidade para
recebê-las e gerenciá-las não tem aumentado. Essa profusão de informações tem
endurecido nosso coração e nos tornado insensíveis.


A mensagem que Deus dirige aos homens corre o risco de estar
afogada nessa torrente. No entanto, as palavras de Deus continuam sendo uma questão
de vida ou de morte. Saibamos escutar a revelação de Deus; aprendamos a
refletir no que lemos na Bíblia. E tenhamos a dignidade de ir além: de
colocarmos em prática o que recebemos do próprio Deus.


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				  <pubDate>03 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10592</link>
				  </item>

				  <item>
				  <title>O QUE SERÁ DE VOCÊ NO DIA DA IRA?</title>
				  <description>
"De nada aproveitam as riquezas no dia da ira, mas a justiça
livra da morte"
 (Provérbios 11:4)
Deus já determinou um dia no qual irá julgar a humanidade. A
Bíblia fala sobre isso em várias passagens. Cada pessoa terá de prestar contas
de si mesma a Deus. Como podemos nos preparar para tal dia? E como podemos escapar
da morte? Afinal, o que está em jogo é o destino eterno, próximo ou longe de
Deus.


As riquezas e bens não terão qualquer utilidade, como têm neste
mundo. Diante de um juiz imparcial, o dinheiro de um acusado perde o valor. Se
é culpado, será sentenciado. E ninguém que tenha conhecido os dez mandamentos
ou o sermão do monte pode alegar inocência! E tampouco aqueles que não os
conhecem, porque têm o testemunho da criação a respeito de Deus.


Além disso, podemos possuir outras coisas igualmente preciosas:
talentos, habilidades, caráter nobre, comportamento amável. Todas essas coisas
são boas, mas de nenhuma serventia no dia do julgamento.


No entanto, existe um meio de escape: a justiça que nos livra da
morte eterna. Só que não é a nossa justiça própria. Diante dos olhos
penetrantes de Deus, “todas as nossas justiças, (são) como trapo da imundícia” (Isaías
64:6). A justiça que nos livra da morte não está em nós, ela vem do
próprio Deus. E está disponível a todos, tanto para os que se consideram
justos, como para os injustos.


Como pode ser obtida? Precisamos confessar nossos pecados a Deus
em arrependimento, e nos rendermos ao Senhor Jesus, recebendo-O como nosso
Senhor e Salvador. Ele foi a única Pessoa justa que pisou este mundo, e
suportou o castigo que nós merecíamos e pagou nossa dívida diante de Deus.
Portanto, agora pode Deus conceder Sua própria justiça para os que creem no
Senhor Jesus e na obra que Ele realizou na cruz. Essa será a única riqueza que
poderemos apresentar diante do justo Juiz!


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				  <pubDate>02 May 2013 00:00:00 -0300</pubDate>
				  <link>http://www.irmaos.com/artigos/?id=10591</link>
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