Usuário: Visitante [Identifique-se] [Cadastre-se]
Busca
Por assunto
Por consultor

Últimos atendimentos
Existe respaldo na bíblia para os titulos: Apostolo, Bispo, Reverendo e outros?
Gostaria de um esclarecimento sobre o relacionamento de filhos e pais cristãos.
Adão e Eva tiveram filhos antes de pecarem?
No período entre o arrebatamento e a volta de Cristo, onde ficaremos?
Onde estava o espírito de Jesus nos três dias de sua morte?
Mais
Os mais lidos
Fazer sexo antes do casamento é pecado?
Gostaria de saber se a brincadeira "escravos de Jó" tem alguma influência ou cunho satânico.
Onde a bíblia faz referência sobre "pecadinho" e "pecadão"?
Como Deus endureceu o coração de Faraó?
É licito um cristão praticar e ensinar artes marciais, e ensinar defesa pessoal?
Doutrina bíblica

Consulta

Alguns teólogos afirmam que em nenhum texto bíblico é explicitado que Deus criou o Universo a partir do nada e que a expressão latina "ex nihilo", advinda da Vulgata, foi uma interpretação pessoal de São Jerônimo. A criação do mundo a partir do nada é de fato bíblica? É a única interpretação possível ou apenas uma possibilidade?

Fábio Salgado de Carvalho, Brasília - DF

Atendimento

A questão presente parece surgir da necessidade de se entender alguns aspectos da doutrina de Deus.

1. As teorias contrárias quanto à criação à partir do nada.

A. O Dualismo.

O “Dualismo” é a teoria que afirma a existência de dois princípios autoexistentes, eternos e distintos: Deus e a natureza. Estes dois princípios têm existido sempre simultaneamente e continuarão existindo. A matéria original é tida como uma substância negativa e imperfeita, que é subordinada a Deus e instrumento de Sua vontade (Platão, Aristóteles, os gnósticos, os maniqueus). Segundo este modo de pensar, Deus não criou a matéria, apenas fez uso dela. Deus não é o criador do mundo, mas apenas o estruturador e artífice dele. O dualismo se desenvolveu na Pérsia e teve grande influência até o século doze ou treze. Segundo o dualismo, a eternidade da matéria é que explica a existência do mal no mundo. Esta teoria surgiu devido a dificuldade de se conceber como Deus poderia criar a matéria sem o uso de material preexistente. Mas esta visão é em si mesma contraditória e multiplica os problemas relativos à criação. Se nada poderia ter sido feito sem o uso de material preexistente, como então que a matéria começou a existir? Na doutrina bíblica da criação, a causa não é material, mas a vontade de Deus. Além disto, dois princípios absolutos e eternos não podem ser concebidos. E antifilosófico postular duas substâncias eternas, quando uma só causa autoexistente é perfeitamente adequada para explicar os fatos. Finalmente, se há um princípio do mal eterno, então não se pode ter nenhuma garantia de que o bem um dia triunfará sobre o mal.

B. A Teoria da Emanação

Esta teoria sustenta que o universo é de uma substância idêntica com Deus, sendo o produto de sucessivas evoluções ou emanações do Seu Ser.

Esta concepção tira a liberdade de Deus e conduz ao panteísmo. Nega a infinidade e a transcendência de Deus por atribuir-lhe um princípio de evolução, de crescimento e progresso, que caracteriza somente o finito e o imperfeito. Nega a soberania de Deus, tirando o Seu poder de autodeterminação em relação ao mundo. Compromete a santidade de Deus porque faz de Deus o responsável por tudo quanto acontece no mundo.

C. Geração espontânea.

Esta sustenta que a criação é meramente um processo natural ainda em funcionamento hoje, em que a matéria mesma tem o poder de desenvolver-se para formas orgânicas envolvendo vida. O termo geração espontânea, ou a abiogênesis, segundo os biologistas, implica em que as coisas vivas foram produzidas de objetos inanimados. Não há evidência de que a abiogênesis tenha procedência. Ela contraria os fatos conhecidos.

2. A Criação a partir do nada (ex nihilo).

Essa é a implicação dos textos de Gênesis 1:1, Salmo 33:6,9; João 2:3; Romanos 4:17; Colossenses 1:16; Hebreus 11:3; Apocalipse 4:11. Assim a doutrina do dualismo e a da eternidade da matéria fica anulada pela doutrina da criação.

É necessário entender ainda que embora a palavra bara (hebraico) em Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. ; {Cl 1.16,17" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17). A inexistência de qualquer material preexistente é evidente não pelo sentido da palavra bara, mas pelo objeto da criação: “os céus e a terra” (todo o universo). Portanto, nada havia antes de Deus criar o universo, com exceção de Si mesmo.

A questão aqui é se a criação a partir do v. 2 de Gênesis 1 foi toda ela uma “criação mediata”, isto é, com o uso de material já criado. Alguns entendem que não, isto é, que há obras feitas a partir do nada naqueles seis dias. Porém, outros limitam a “criação imediata” (não uso de material existente) ao v. 1 de Gênesis 1, e tudo mais foi feito a partir de algo já existente. O que fica claro no texto é que pelo menos algumas das obras dos seis dias foram feitas mediante o emprego de algo anteriormente criado ({Gn 1. 11,12,20,24" target=_blank>Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17). A inexistência de qualquer material preexistente é evidente não pelo sentido da palavra bara, mas pelo objeto da criação: “os céus e a terra” (todo o universo). Portanto, nada havia antes de Deus criar o universo, com exceção de Si mesmo.

A questão aqui é se a criação a partir do v. 2 de Gênesis 1 foi toda ela uma “criação mediata”, isto é, com o uso de material já criado. Alguns entendem que não, isto é, que há obras feitas a partir do nada naqueles seis dias. Porém, outros limitam a “criação imediata” (não uso de material existente) ao v. 1 de Gênesis 1, e tudo mais foi feito a partir de algo já existente. O que fica claro no texto é que pelo menos algumas das obras dos seis dias foram feitas mediante o emprego de algo anteriormente criado ({Gn 1. 11,12,20,24).

Devemos fazer distinção entre o “princípio” da criação ({Gn 1:1" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17). A inexistência de qualquer material preexistente é evidente não pelo sentido da palavra bara, mas pelo objeto da criação: “os céus e a terra” (todo o universo). Portanto, nada havia antes de Deus criar o universo, com exceção de Si mesmo.

A questão aqui é se a criação a partir do v. 2 de Gênesis 1 foi toda ela uma “criação mediata”, isto é, com o uso de material já criado. Alguns entendem que não, isto é, que há obras feitas a partir do nada naqueles seis dias. Porém, outros limitam a “criação imediata” (não uso de material existente) ao v. 1 de Gênesis 1, e tudo mais foi feito a partir de algo já existente. O que fica claro no texto é que pelo menos algumas das obras dos seis dias foram feitas mediante o emprego de algo anteriormente criado ({Gn 1. 11,12,20,24" target=_blank>Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17). A inexistência de qualquer material preexistente é evidente não pelo sentido da palavra bara, mas pelo objeto da criação: “os céus e a terra” (todo o universo). Portanto, nada havia antes de Deus criar o universo, com exceção de Si mesmo.

A questão aqui é se a criação a partir do v. 2 de Gênesis 1 foi toda ela uma “criação mediata”, isto é, com o uso de material já criado. Alguns entendem que não, isto é, que há obras feitas a partir do nada naqueles seis dias. Porém, outros limitam a “criação imediata” (não uso de material existente) ao v. 1 de Gênesis 1, e tudo mais foi feito a partir de algo já existente. O que fica claro no texto é que pelo menos algumas das obras dos seis dias foram feitas mediante o emprego de algo anteriormente criado ({Gn 1. 11,12,20,24).

Devemos fazer distinção entre o “princípio” da criação ({Gn 1:1) e as “obras” dos seis dias ({Gn 1:2-2:25" target=_blank>Ne 9.6; {Cl 1.16,17" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17). A inexistência de qualquer material preexistente é evidente não pelo sentido da palavra bara, mas pelo objeto da criação: “os céus e a terra” (todo o universo). Portanto, nada havia antes de Deus criar o universo, com exceção de Si mesmo.

A questão aqui é se a criação a partir do v. 2 de Gênesis 1 foi toda ela uma “criação mediata”, isto é, com o uso de material já criado. Alguns entendem que não, isto é, que há obras feitas a partir do nada naqueles seis dias. Porém, outros limitam a “criação imediata” (não uso de material existente) ao v. 1 de Gênesis 1, e tudo mais foi feito a partir de algo já existente. O que fica claro no texto é que pelo menos algumas das obras dos seis dias foram feitas mediante o emprego de algo anteriormente criado ({Gn 1. 11,12,20,24" target=_blank>Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17). A inexistência de qualquer material preexistente é evidente não pelo sentido da palavra bara, mas pelo objeto da criação: “os céus e a terra” (todo o universo). Portanto, nada havia antes de Deus criar o universo, com exceção de Si mesmo.

A questão aqui é se a criação a partir do v. 2 de Gênesis 1 foi toda ela uma “criação mediata”, isto é, com o uso de material já criado. Alguns entendem que não, isto é, que há obras feitas a partir do nada naqueles seis dias. Porém, outros limitam a “criação imediata” (não uso de material existente) ao v. 1 de Gênesis 1, e tudo mais foi feito a partir de algo já existente. O que fica claro no texto é que pelo menos algumas das obras dos seis dias foram feitas mediante o emprego de algo anteriormente criado ({Gn 1. 11,12,20,24).

Devemos fazer distinção entre o “princípio” da criação ({Gn 1:1" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17). A inexistência de qualquer material preexistente é evidente não pelo sentido da palavra bara, mas pelo objeto da criação: “os céus e a terra” (todo o universo). Portanto, nada havia antes de Deus criar o universo, com exceção de Si mesmo.

A questão aqui é se a criação a partir do v. 2 de Gênesis 1 foi toda ela uma “criação mediata”, isto é, com o uso de material já criado. Alguns entendem que não, isto é, que há obras feitas a partir do nada naqueles seis dias. Porém, outros limitam a “criação imediata” (não uso de material existente) ao v. 1 de Gênesis 1, e tudo mais foi feito a partir de algo já existente. O que fica claro no texto é que pelo menos algumas das obras dos seis dias foram feitas mediante o emprego de algo anteriormente criado ({Gn 1. 11,12,20,24" target=_blank>Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17). A inexistência de qualquer material preexistente é evidente não pelo sentido da palavra bara, mas pelo objeto da criação: “os céus e a terra” (todo o universo). Portanto, nada havia antes de Deus criar o universo, com exceção de Si mesmo.

A questão aqui é se a criação a partir do v. 2 de Gênesis 1 foi toda ela uma “criação mediata”, isto é, com o uso de material já criado. Alguns entendem que não, isto é, que há obras feitas a partir do nada naqueles seis dias. Porém, outros limitam a “criação imediata” (não uso de material existente) ao v. 1 de Gênesis 1, e tudo mais foi feito a partir de algo já existente. O que fica claro no texto é que pelo menos algumas das obras dos seis dias foram feitas mediante o emprego de algo anteriormente criado ({Gn 1. 11,12,20,24).

Devemos fazer distinção entre o “princípio” da criação ({Gn 1:1) e as “obras” dos seis dias ({Gn 1:2-2:25). Depois de ter sido o universo material posto em existência, vem um processo de atos criativos, no qual as mais elevadas formas de seres aparecem, até chegar ao homem, o climax do processo.

 

Éder Lúcio

Nota: As opiniões dos articulistas e consultores não refletem obrigatoriamente as mesmas do site ou dos demais consultores.

Home | Quem somos | Fale Conosco | Anuncie em irmaos.com | Mapa do Site Twitter | Mail


Busca

 

"Porque estou certo de que Aquele que começou uma boa obra em vocês irá completá-la até o dia de Cristo Jesus" Fp 1:6.



   
   

As Crônicas e os Contos de Zazo
Zazo, o Nego
17 mensagens de Rubens Muzio
Rubens Muzio
DVD Podcast irmaos.com (94 programas)
irmaos.com
Origami: DVD + MP3: X Encontro JV
DVD - Lampejos
Terra dos Palhaços
Kit 37º Encontro SEPAL (15 DVDs)
Juízes: Os Bastidores do Caos
Marcos Senghi Soares