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Atendimento A questão presente parece surgir da necessidade de se entender alguns aspectos da doutrina de Deus.
1. As teorias contrárias quanto à criação à partir do nada.
A. O Dualismo.
O “Dualismo” é a teoria que afirma a existência de dois princípios autoexistentes, eternos e distintos: Deus e a natureza. Estes dois princípios têm existido sempre simultaneamente e continuarão existindo. A matéria original é tida como uma substância negativa e imperfeita, que é subordinada a Deus e instrumento de Sua vontade (Platão, Aristóteles, os gnósticos, os maniqueus). Segundo este modo de pensar, Deus não criou a matéria, apenas fez uso dela. Deus não é o criador do mundo, mas apenas o estruturador e artífice dele. O dualismo se desenvolveu na Pérsia e teve grande influência até o século doze ou treze. Segundo o dualismo, a eternidade da matéria é que explica a existência do mal no mundo. Esta teoria surgiu devido a dificuldade de se conceber como Deus poderia criar a matéria sem o uso de material preexistente. Mas esta visão é em si mesma contraditória e multiplica os problemas relativos à criação. Se nada poderia ter sido feito sem o uso de material preexistente, como então que a matéria começou a existir? Na doutrina bíblica da criação, a causa não é material, mas a vontade de Deus. Além disto, dois princípios absolutos e eternos não podem ser concebidos. E antifilosófico postular duas substâncias eternas, quando uma só causa autoexistente é perfeitamente adequada para explicar os fatos. Finalmente, se há um princípio do mal eterno, então não se pode ter nenhuma garantia de que o bem um dia triunfará sobre o mal.
B. A Teoria da Emanação
Esta teoria sustenta que o universo é de uma substância idêntica com Deus, sendo o produto de sucessivas evoluções ou emanações do Seu Ser.
Esta concepção tira a liberdade de Deus e conduz ao panteísmo. Nega a infinidade e a transcendência de Deus por atribuir-lhe um princípio de evolução, de crescimento e progresso, que caracteriza somente o finito e o imperfeito. Nega a soberania de Deus, tirando o Seu poder de autodeterminação em relação ao mundo. Compromete a santidade de Deus porque faz de Deus o responsável por tudo quanto acontece no mundo.
C. Geração espontânea.
Esta sustenta que a criação é meramente um processo natural ainda em funcionamento hoje, em que a matéria mesma tem o poder de desenvolver-se para formas orgânicas envolvendo vida. O termo geração espontânea, ou a abiogênesis, segundo os biologistas, implica em que as coisas vivas foram produzidas de objetos inanimados. Não há evidência de que a abiogênesis tenha procedência. Ela contraria os fatos conhecidos.
2. A Criação a partir do nada (ex nihilo).
Essa é a implicação dos textos de Gênesis 1:1, Salmo 33:6,9; João 2:3; Romanos 4:17; Colossenses 1:16; Hebreus 11:3; Apocalipse 4:11. Assim a doutrina do dualismo e a da eternidade da matéria fica anulada pela doutrina da criação.
É necessário entender ainda que embora a palavra bara (hebraico) em Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. ; {Cl 1.16,17" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17). A inexistência de qualquer material preexistente é evidente não pelo sentido da palavra bara, mas pelo objeto da criação: “os céus e a terra” (todo o universo). Portanto, nada havia antes de Deus criar o universo, com exceção de Si mesmo.
A questão aqui é se a criação a partir do v. 2 de Gênesis 1 foi toda ela uma “criação mediata”, isto é, com o uso de material já criado. Alguns entendem que não, isto é, que há obras feitas a partir do nada naqueles seis dias. Porém, outros limitam a “criação imediata” (não uso de material existente) ao v. 1 de Gênesis 1, e tudo mais foi feito a partir de algo já existente. O que fica claro no texto é que pelo menos algumas das obras dos seis dias foram feitas mediante o emprego de algo anteriormente criado ({Gn 1. 11,12,20,24" target=_blank>Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17). A inexistência de qualquer material preexistente é evidente não pelo sentido da palavra bara, mas pelo objeto da criação: “os céus e a terra” (todo o universo). Portanto, nada havia antes de Deus criar o universo, com exceção de Si mesmo.
A questão aqui é se a criação a partir do v. 2 de Gênesis 1 foi toda ela uma “criação mediata”, isto é, com o uso de material já criado. Alguns entendem que não, isto é, que há obras feitas a partir do nada naqueles seis dias. Porém, outros limitam a “criação imediata” (não uso de material existente) ao v. 1 de Gênesis 1, e tudo mais foi feito a partir de algo já existente. O que fica claro no texto é que pelo menos algumas das obras dos seis dias foram feitas mediante o emprego de algo anteriormente criado ({Gn 1. 11,12,20,24).
Devemos fazer distinção entre o “princípio” da criação ({Gn 1:1" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17). A inexistência de qualquer material preexistente é evidente não pelo sentido da palavra bara, mas pelo objeto da criação: “os céus e a terra” (todo o universo). Portanto, nada havia antes de Deus criar o universo, com exceção de Si mesmo.
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A questão aqui é se a criação a partir do v. 2 de Gênesis 1 foi toda ela uma “criação mediata”, isto é, com o uso de material já criado. Alguns entendem que não, isto é, que há obras feitas a partir do nada naqueles seis dias. Porém, outros limitam a “criação imediata” (não uso de material existente) ao v. 1 de Gênesis 1, e tudo mais foi feito a partir de algo já existente. O que fica claro no texto é que pelo menos algumas das obras dos seis dias foram feitas mediante o emprego de algo anteriormente criado ({Gn 1. 11,12,20,24).
Devemos fazer distinção entre o “princípio” da criação ({Gn 1:1) e as “obras” dos seis dias ({Gn 1:2-2:25" target=_blank>Ne 9.6; {Cl 1.16,17" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17). A inexistência de qualquer material preexistente é evidente não pelo sentido da palavra bara, mas pelo objeto da criação: “os céus e a terra” (todo o universo). Portanto, nada havia antes de Deus criar o universo, com exceção de Si mesmo.
A questão aqui é se a criação a partir do v. 2 de Gênesis 1 foi toda ela uma “criação mediata”, isto é, com o uso de material já criado. Alguns entendem que não, isto é, que há obras feitas a partir do nada naqueles seis dias. Porém, outros limitam a “criação imediata” (não uso de material existente) ao v. 1 de Gênesis 1, e tudo mais foi feito a partir de algo já existente. O que fica claro no texto é que pelo menos algumas das obras dos seis dias foram feitas mediante o emprego de algo anteriormente criado ({Gn 1. 11,12,20,24" target=_blank>Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17). A inexistência de qualquer material preexistente é evidente não pelo sentido da palavra bara, mas pelo objeto da criação: “os céus e a terra” (todo o universo). Portanto, nada havia antes de Deus criar o universo, com exceção de Si mesmo.
A questão aqui é se a criação a partir do v. 2 de Gênesis 1 foi toda ela uma “criação mediata”, isto é, com o uso de material já criado. Alguns entendem que não, isto é, que há obras feitas a partir do nada naqueles seis dias. Porém, outros limitam a “criação imediata” (não uso de material existente) ao v. 1 de Gênesis 1, e tudo mais foi feito a partir de algo já existente. O que fica claro no texto é que pelo menos algumas das obras dos seis dias foram feitas mediante o emprego de algo anteriormente criado ({Gn 1. 11,12,20,24).
Devemos fazer distinção entre o “princípio” da criação ({Gn 1:1" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17). A inexistência de qualquer material preexistente é evidente não pelo sentido da palavra bara, mas pelo objeto da criação: “os céus e a terra” (todo o universo). Portanto, nada havia antes de Deus criar o universo, com exceção de Si mesmo.
A questão aqui é se a criação a partir do v. 2 de Gênesis 1 foi toda ela uma “criação mediata”, isto é, com o uso de material já criado. Alguns entendem que não, isto é, que há obras feitas a partir do nada naqueles seis dias. Porém, outros limitam a “criação imediata” (não uso de material existente) ao v. 1 de Gênesis 1, e tudo mais foi feito a partir de algo já existente. O que fica claro no texto é que pelo menos algumas das obras dos seis dias foram feitas mediante o emprego de algo anteriormente criado ({Gn 1. 11,12,20,24" target=_blank>Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17" target=_blank>Gn 1.1; {Ne 9.6" target=_blank>Gn 1.1" target=_blank>Gn 1.1-3,4 signifique “criação a partir do nada”, a criação “ex nihilo” (do nada) não repousa no uso desta palavra (bara) ou de sua correspondente em grego ktizein, pois ambas são usadas às vezes no lugar das palavras asah e poiein, e são traduzidas tanto como criar quanto fazer (cf. {Gn 1.1; {Ne 9.6; {Cl 1.16,17). A inexistência de qualquer material preexistente é evidente não pelo sentido da palavra bara, mas pelo objeto da criação: “os céus e a terra” (todo o universo). Portanto, nada havia antes de Deus criar o universo, com exceção de Si mesmo.
A questão aqui é se a criação a partir do v. 2 de Gênesis 1 foi toda ela uma “criação mediata”, isto é, com o uso de material já criado. Alguns entendem que não, isto é, que há obras feitas a partir do nada naqueles seis dias. Porém, outros limitam a “criação imediata” (não uso de material existente) ao v. 1 de Gênesis 1, e tudo mais foi feito a partir de algo já existente. O que fica claro no texto é que pelo menos algumas das obras dos seis dias foram feitas mediante o emprego de algo anteriormente criado ({Gn 1. 11,12,20,24).
Devemos fazer distinção entre o “princípio” da criação ({Gn 1:1) e as “obras” dos seis dias ({Gn 1:2-2:25). Depois de ter sido o universo material posto em existência, vem um processo de atos criativos, no qual as mais elevadas formas de seres aparecem, até chegar ao homem, o climax do processo.
Éder Lúcio
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