Eu voltei!
Depois de muito tempo sufocado por urgências,
Correndo atrás de resolver pendências,
Voltei a fazer uma das coisas que mais gosto: escrever poesia.
Saí da rodovia da pressa, da via expressa, voltei aos trilhos da alegria!
Porém, embora não escrevesse, construí poesia.
Construí uma casa e a transformei num lar, pondo ali minha família.
Os enfeites, os tapetes, os risos, deram vida à pedra, ao tijolo e ao cimento,
Transformando a casa em construção de sentimento.
Nesse tempo de ausência, fiz poesia às avessas.
Entre trancos e barrancos, compromissos, muita pressa…
A poesia nasceu concreta, pra passar pro virtual.
Para ruminar vida afora:
“Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.” Eclesiastes 9:10.





