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Inescrutável

Quem pode compreender a grandiosidade e o poder
De um Deus que serve, mais do que é servido,
Que ama muito mais do que é querido,
E nisso tudo ainda tem prazer?

Quem pode conhecer, ser tão inescrutável e misterioso?
Que vive em alturas inatingíveis, num trono inalcansável,
Com glória indizível, soberania eterna, inabalável,
Mas desce à terra como Emanoel, homem de dores, carpinteiro laborioso?

É Deus; mas que homem é este?
Que o mar lhe é como uma poça d`água, e o rege como criança a brincar?
Que morre, depois vive eternamente, à direita do Pai pra me salvar?
Quem és tu, Senhor? E que manto branco é este com que me vestes?

Meu Salvador, Senhor e advogado, me valendo no céu como na terra…
Perdoa e trata todo o meu pecado, segundo o poder da sua cruz.
Não há pra mim no universo inteiro, nome maior que o nome de Jesus.
Deus de amor e paz, Deus de justiça, homem de dores mas varão de guerra.

Só tu Senhor, podes ser tudo ao mesmo tempo!
Razão suprema de toda existência, inescrutável, acima de qualquer ciência!
Que ante ti se curvem céus e terra, bem como toda a minha descendência!
E reconheçam que tu és SENHOR, presente e insondável como o vento!

Para ruminar vida afora:

“Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!” Romanos 11:33.