“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o
homem semear, isso também ceifará”
(Gálatas 6:7)
(Leia 2 Samuel 12: 13-25)
A consciência de Davi, há tanto tempo adormecida, agora é tomada
por uma profunda convicção de pecado. Ele percebe que seu crime não envolvia
apenas Urias e a mulher dele; em primeiro lugar, foi um crime contra Deus.
As faltas que cometemos contra nossos irmãos, irmãs, parentes,
amigos são em primeiro lugar – temos de entender isso – pecados contra Deus. Portanto, não é
suficiente tratar do assunto com a pessoa a quem maltratamos, quando isso é
possível (no caso de Davi, não era, pois Urias estava morto); temos também de
acertar as coisas com Deus.
Foi isso o que Davi fez no Salmo 51, escrito em um momento de
extrema amargura (ver também Salmo 32:5, 1-2).
De fato, Deus não despreza um coração “compungido e contrito” (Salmo 51:17). Ele perdoa Seu pobre servo e o
faz de maneira completa. Davi fica “mais alvo que a neve”, pois em antecipação
é lavado com o sangue do Senhor Jesus, derramado por ele, por mim e por você.
Mas o que não se podem eliminar são as conseqüências
do mal cometido. E elas foram gravíssimas. Primeiro, o filhinho de Davi morreu.
Dessa forma todos souberam que Deus perdoa
o pecador, mas condena totalmente o pecado, mesmo e especialmente os
cometidos por Seus servos.





