Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo
para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça
(1 João 1:9)
Um homem foi visitar um missionário. Sua
consciência o acusava de algo e desejava falar sobre isso. Depois de vacilar um
pouco, acabou confessando que havia roubado.
– O que você roubou?
– Uma corda.
O missionário o aconselhou a devolvê-la a
seu dono, a pedir perdão e o assunto estaria encerrado. Alguns dias mais tarde,
o ladrão reapareceu e disse que não conseguia ter paz de espírito. O
missionário pensou e perguntou: – Você me contou tudo?
– Não, senhor. É que no final da corda tinha
uma coisa.
– O quê?
– Bem, é… é que tinha uma vaca!
Esse relato, cuja autenticidade não podemos
garantir, ilustra bem o que somos. Facilmente estamos dispostos a confessar o
roubo da “corda”, mas não o da “vaca”. No entanto, Deus vê tudo, antes mesmo
que qualquer pensamento de “roubo” passasse pela nossa cabeça. Confessar seu
pecado a Deus é o passo obrigatório para obter pleno perdão e ser libertado.
Querer negar ou minimizar nossos pecados deforma nossa percepção, e endurece o
coração e a consciência.
Deus é um Deus de perdão. Mas que só perdoa
aquilo que é exposto à Sua luz. Engana-se quem acha que Deus perdoa tudo, até
que o não queremos que Ele perdoe. Comprovaremos assim que Sua promessa é fiel:
“Porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais me lembrarei dos seus
pecados” (Jeremias 31:34).





