Dize: Eis que veio o rei de Babilônia a Jerusalém, e
tomou o seu rei e os seus príncipes, e os levou consigo para Babilônia. E tomou
um da descendência real, e fez aliança com ele, e o fez prestar juramento; e
tomou consigo os poderosos da terra… Portanto, assim diz o Senhor Deus: Vivo eu, que o meu juramento, que
desprezou, e a minha aliança, que quebrou, isto farei recair sobre a sua cabeça
(Ezequiel 17:12-13, 15, 19)
Parte
desta profecia já se cumpriu. O rei Joaquim já estava cativo na Babilônia e
Zedequias era uma marionete em Jerusalém. A segunda parte da profecia era uma
advertência profética a Zedequias. Deus disse que o faraó e seu grande exército
não interviria a favor de Judá, pois este seria capturado, e que o próprio rei
Zedequias iria ser levado como prisioneiro para Babilônia. Porém Zedequias
ignorou a palavra divina e a profecia se cumpriu. Os fatos relatados em
Jeremias 52:3-14 confirmam que a Palavra de Deus é exata tanto histórica quanto
profeticamente.
Perceba que a deslealdade de Zedequias ao
quebrar a aliança era um pecado grave aos olhos de Deus. Ele racionalizou suas
ações, mas Deus não aceita desculpas para se quebrar uma aliança ou promessa.
Querido leitor, você cumpre suas promessas? Dar a palavra e depois falhar em
mantê-la é pecado! Note que Deus considerou Zedequias culpado de quebrar a
aliança feita Consigo mesmo e de tê-Lo traído. Por quê? Porque promessas têm de
ser honradas. Não faça promessas se não estiver disposto a cumpri-las.
Em todas as áreas da vida, sejamos pessoas
que, assim como nosso Pai, honram compromissos. Sejamos homens e mulheres cuja
palavra é confiável.
Do contrário, corremos o sério risco de ter
o mesmo fim que Zedequias: ficar preso no laço do próprio Deus (17:20)! E “horrenda coisa é cair nas mãos do
Deus vivo” (Hebreus 10:31).





