Ó, vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante
do Senhor que nos criou. Porque
ele é o nosso Deus.
Ao que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro,
sejam dadas ações de graças, e honra, e glória, e poder para todo o sempre
(Salmo 95:6-7; Apocalipse 5:13)
Quem já não se sentiu
pequeno diante do infinito céu estrelado? O que dizer então quando reconhecemos
que estamos na presença de Deus? Não nos atrevemos a levantar os olhos nem a
abrir a boca! Contudo, esse Deus tão grande, tão poderoso, que a todos julga,
também é o que Se revelou aos homens como o Deus de amor, Aquele em quem
podemos confiar. Com admiração podemos nos inclinar diante dEle. Isso é
adoração. Embora com poucas palavras, a alma está cheia da grandeza e do
insondável amor divino.
Adorar consiste em render honra, homenagem, submissão e
admiração ao próprio Deus. Nas Escrituras, o verbo traduzido por “adorar” evoca
o gesto de se inclinar, se prostrar em um profundo sentimento de respeito.
Somente Deus tem direito à nossa adoração, que se expressa mediante atitudes,
palavras, silêncio, submissão a Ele – o Justo e o Bom, incomparavelmente
superior ao homem.
Adorar não é uma atividade opcional. É um dever para com
Deus, é igualmente um privilégio e deleite para os Seus filhos. A adoração se
dirige a Deus Pai e também ao Seu Filho, que revelou o Pai em todas as Suas
características. Por meio do Senhor Jesus nosso louvor sobe ao Pai. E a
adoração que começa imperfeita e breve neste mundo continuará no céu por toda a
eternidade, perfeita e infindável.





