Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E
chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco.
Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de
muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias
pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo
(Mateus 1:23; Hebreus 1:1-2)
No Antigo Testamento os profetas eram aqueles que comunicavam
os pensamentos de Deus ao povo. Depois deles veio ao mundo alguém maior que os
profetas: Jesus. Ele não somente deu uma mensagem da parte de Deus, mas também
afirmou ser a própria substância da mensagem.
O Senhor Jesus revelou a Deus ao se apresentar em forma
humana. O que nEle crê crê também em Deus. Aquele que O segue obedece a Deus. O
próprio Senhor Jesus não precisava orar para acalmar a tempestade; bastava dar
uma palavra de ordem (Mateus 8:23-27).
Reivindicou a autoridade divina como algo evidente, coisa que chocou a muitos.
Até Seus próprios discípulos O compreenderam muito pouco, embora reconhecessem
que Ele era mais que um profeta, ou seja, era o “Filho do Deus vivo” (Mateus 16:16).
O centro da fé cristã reside no fato misterioso de que o
Senhor Jesus é “Deus conosco”. Ele veio compartilhar nossa condição humana
porque nos amava. Morreu para expiar nossos pecados e ressuscitou para dar a
vida eterna aos que nEle confiam. Para ser cristão não basta ver o Senhor Jesus
como um profeta, nem como o maior dos profetas. É preciso crer nEle como o
Salvador, o “Senhor dos senhores, e Rei dos reis” (Apocalipse
17:14).





