As crianças que acompanhavam as franquias ambientadas em terras mágicas como Hogwarts (em “Harry Potter”) e Nárnia (em “As Crônicas de Nárnia”) cresceram. Nada mais natural que os filmes e seus personagens também amadureçam.
Isso acontece com “As Crônicas de Nárnia – Príncipe Caspian”, segundo filme da história da Disney que estréia hoje, após dois anos e meio do primeiro longa, “As Crônicas de Nárnia – o Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa”, que faturou 745 milhões de dólares em todo o mundo e encorajou o estúdio a investir em todas as adaptações das crônicas do autor cristão C.S. Lewis.
O amadurecimento do roteiro pretende atingir também um público adulto ávido por seqüências épicas de batalhas medievais, a maior aposta financeira do novo filme. Na história, um ano se passou em Londres para os heróis Pedro (William Moseley), Susana (Anna Popplewell), Edmundo (Skandar Keynes) e Lúcia (Georgie Henley), mas, nas terras de Nárnia, um milênio se passou e os quatro – que outrora foram reis – viraram lenda de uma terra devastada.
“Crônicas de Nárnia – Príncipe Caspian” custou incríveis 200 milhões de dólares para os cofres da Disney. O capricho no roteiro e nos efeitos especiais é resultado da cuidadosa direção de Andrew Adamson, vencedor do Oscar por Shrek e Shrek 2.





