“Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus” (Filipenses 4:6).
Ansiedade: um mal que nos aflige a todo instante. Ficamos ansiosos quando temos um dinheiro a receber, quando algum parente ou ente querido passa por problemas de saúde, quando vamos mudar de emprego, mudar de casa, quando nosso coração deseja algo material, quando queremos nos relacionar com alguém…
Enfim, são inúmeras as situações com as quais nos deparamos no dia-a-dia em que ficamos ansiosos e sobre essa ansiedade construímos expectativas.
Mas e quando nossas expectativas não são correspondidas?
E quando num instante nosso mundo desaparece debaixo dos nossos pés?
O apóstolo Paulo tinha todos os motivos para ser alguém desanimado, deprimido e até viver chorando pelos cantos, afinal de contas, ele já tinha sido apedrejado, sofreu agressões, sofreu naufrágio e encontrava-se preso em Roma por ocasião da escritura da epístola de Filipenses.
No livro de Gálatas, expressa de maneira muito incisiva as dores e angústias que ele tinha sofrido: “… que ninguém me perturbe, pois trago em meu corpo as marcas de Jesus” (6:17).
Mas, ao contrário da maioria de nós, ele permanecia extremamente otimista, pois tinha em seu coração a certeza que tudo aquilo pelo qual passava era necessário para o aperfeiçoamento de sua fé.
Em seu coração não havia lugar para ansiedade e sim para certezas (Filipenses 4:13).
Talvez o caminho que estejamos trilhando hoje seja cheio de incertezas e de ansiedades. Façamos, pois, como o apóstolo Paulo e em todas as situações oremos e agradeçamos a Deus, crendo no seu bom e agradável plano: “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito” (Romanos 8:28).





