#298: Identidade de gênero

Paulinho Degaspari, Adriana Degaspari, Cacau MarquesRodrigo Bibo e Pedro Dulci (Movimento Mosaico) encaram o tema e vão analisar a questão dos gêneros. Deixe o preconceito de lado e entenda a diferença entre gênero e sexo, conheça a teoria queer e saiba como você pode se posicionar nessa discussão.

Duração: 01:13:14

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  • https://www.irmaos.com/membro/fabiano-maduro/ Fabiano Geraldo Perona Maduro

    Realmente um tema bem complexo, mas tratado com muito respeito nesse podcast, parabéns aos participantes.

  • https://www.irmaos.com/membro/claudiosilva/ Cláudio Antônio da Silva

    Parabéns pessoas, por ter trazido ao PodCast este assunto, que tem sido tão falado, mas muito mal compreendido.

  • João Lucas dos Santos

    Alguém faça uma parodia dessa música!

    “Posso ser um bolsonarozinho…”

    Att,

  • http://www.espacocomunidade.jp Rodrigo Gonçalves

    Gostei da forma que abordaram o tema, parabéns!

  • http://japao.ceva.org Vitor Pinheiro

    Quero recomendar para vocês alguns vídeos e livros de um Senior Fellow da Heritage Foundation e Editor Ryan T. Anderson – se você lê e entende inglês ele irá ajudar bastante definir algumas coisas que foram ditas no podcast.

    Confirmo também o que o Cacau disse sobre o Japão. Estou inserido nesse contexto a 8 anos e é verdade que as mulheres são tratadas de forma descriminatória e inferior no trabalho e na sociedade em si.

  • https://www.irmaos.com/membro/cevajapao/ Vitor Pinheiro

    Galera aqui está um artigo fresquinho que saiu na Witherspoon Institute, se você lê em inglês você verá a situação que se encontra os Estados Unidos hoje e como o Brasil pode ser um reflexo disso no futuro. Sabemos já que toda teologia furada vem de lá e porque não também os conceitos sociais:

    http://www.thepublicdiscourse.com/2016/07/17138/

  • https://www.irmaos.com/membro/demaismm/ Denise Machado

    excelente reflexão que me fez olhar essas questões de gênero de uma nova perspectiva. eu morei muitos anos no Canadá e lá esse debate é muito forte. também estudei bastante a questão de gênero no meu mestrado em estudos internacionais, pois trabalhei em alguns projetos internacionais que visavam alcançar o terceiro objetivo do milênio para o desenvolvimento da ONU que é igualdade entre os sexos e valorização da mulher. é impressionante como esse discurso é sutil em termos de mudança de paradigma e de cultura. que possamos buscar aprender sempre mais e pedir a Deus discernimento em todos os assuntos da atualidade…

  • Daniel Nogueira de O. Costa

    Parabéns pela abordagem bacana sobre o tema tão complicado. Só achei que houve um pouco de contradição da Adriana quando ela falou em defender direitos civis da comunidade LGBT mas disse que não é a favor de casamento homoafetivo (direitos civis incluem o casamento – um assunto do direito civil). Tb ouvi algumas declarações bem complicadas repetindo jargões bem comuns e bem fracos como “a humanidade vai acabar com esse pansexualismo”.
    Tirando isso, foi uma abordagem boa e muito, mas muito melhor do que as abordagens mais rasas e comuns que se fazem por aí. Precisamos aprofundar mais sobre o tema mesmo, com respeito e amor pelo próximo.

  • Osman Baena de Melo

    Muito bom. Foi muito importante o esclarecimento: Sexo (anatomia), gênero (como o cara se vê) e sexualidade (afinidade sexual). O menino nasce menino e é menino, independente se mais tarde vier a declarar uma sexualidade homo ou hetero. Continuará sendo um homem, mas com afinidade homossexual. A alteração de gênero (um rapaz se sentir mulher, se entender mulher, e partir para a radicalidade de hormônios, silicone e cirurgia de desmonte genital) é muito menos comum (coisa de 1:30.000 nos homens e 1:100.000 nas mulheres). Daí, afirmar que a identidade de gênero é construção social, é vigarice. É má fé. Homem nasceu e sempre será homem, mulher nasceu e sempre será mulher, independente de serem homoafetivos. Os raros casos de transexualismo devem ser acolhidos, valorizados, respeitados e protegidos. Mas não se pode destruir uma geração de crianças, com dúvidas, questionamentos e conflitos. Meninos e meninas são diferentes. Não respeitar as diferenças é intolerância.

  • Lygia Cristhina

    Primeiramente, gostaria de parabenizar todos os envolvidos na gravação deste episódio, pois precisamos estar a par destes assuntos e aprender a lidar com as diferenças. Eu, particularmente, tenho buscado desconstruir dia após dia o conceito machista e sexista no qual fui criada desde minha infância, pois entendo que nem todos foram criados da mesma forma, ou pior, foram excluídos por serem diferentes.

    O Bibo já tinha falado sobre um artigo/tese (não lembro agora) chamado “Via(da)gens teológicas”. To pra ler e entender mais sobre o assunto. Muito obrigada, amados! Que Deus continue nos movendo a buscar cada vez mais conhecer à Ele e à sua criação. Um abraço!

  • Silvana Oliveira e Silva

    Parabéns pelo episódio, com um tema tão espinhoso…
    Recentemente fui a um congresso e tive contato com o termo “Papéis de Gênero”, que seria a expressão prática desse conceito de identidade de gênero. Os pesquisadores estavam associando o papel de gênero que a pessoa desempenhou ao longo da vida, e mortalidade. Por exemplo, mulheres que assumiram a casa pela ausência de um conjugue, trabalharam em profissões com maior periculosidade e até “agressividade”, são mais expostas a risco do que mulheres que trabalharam dentro de casa, por exemplo. Então há que se separar o impacto dos papéis de gênero ao longo da vida (que se relaciona com a nossa luta pela sobrevivência e qualidade de vida), e a identidade de gênero, que para nós cristãos, se associa ao sexo biológico e a nossa identificação com ele.
    Dá para se fazer 3 ou 4 PLUS dessa tema. Parabéns pela coragem rs

  • https://www.irmaos.com/membro/jaimemuller/ Jaime Müller

    Durante o podcast eu fiquei meio que em dúvida se concordava com as opiniões ou não. Até que no minuto 40 achei que tomou um rumo bacana após a opinião da Adriana. Eu particularmente não tenho opinião formada sobre a questão de identidade de gênero. Mas o que tenho tentado além de respeitar é imaginar que todos os seres humanos são como eu. Nasceram como eu, tem dilemas de vida, sofrem, alegram-se como eu também. Acho que a sociedade, e a igreja (com um peso ainda um pouco maior) vêem as diferenças como se fossem bichos num zoológico. Poderíamos ser muito mais humanos e entender muito mais as diferenças, se nos colocássemos no lugar dos “diferentes”. Não só imaginando fisicamente, mas analisando as demais questões da vida sob o ponto de vista dos que são diferentes de nós.

  • Cecília Nogueira

    Parabéns pela coragem de abordar o tema! Muito controverso! E vi que até nas participações dos membros houveram algumas contradições que mostra, que é um assunto controverso até entre os cristãos.
    Gostaria de acrescentar uma informação em relação ao que o irmão Pedro Dulci colocou. Afirmou que as mulheres precisam escrever mais de forma a terem um papel mais influente no meio cristão. Tenho lido bons livros cristãos de autoras mulheres que gostaria de citar, caso não conheça:

    – Em busca da alma feminina (Stasi eldredge): vai de encontro a toda questão do feminismo levando em consideração a visão de Deus para a mulher

    – Rendição arriscada (Kay Warren): desafia as mulheres a viverem uma vida de confiança e dependência de Deus

    – Não sou mulher maravilha mas Deus me fez maravilhosa (Sheila Walsh): tenta tirar conceitos e ideias erradas que carregamos nos levando a ver o que Deus realmente espera de nós.

    – Mulheres cheias de graça (Betty Jane Grams)…

    – E diversos outros como os da autora Stormie Omartian, Martha Peace, Shannon Ethridge, Katie Brazelton e outros das mesmas autoras citadas acima.

    Devem conhecer, mas vale lembrar para os outros ouvintes!

    Abraços e parabéns pelo trabalho! Deus os abençoe!

  • Vitor Torres

    Muito bom! Entretanto, Deus não nos criou.