#321: Etnoartes

Paulinho Degaspari e Adriana Degaspari conversam com Héber Negrão e Saulo Silva sobre a importância de utilizarmos as artes locais em missões e na adoração a Deus. Saiba quais são as vantagens de valorizarmos as artes do povo, conheça histórias de missionários que souberam fazer isso com eficácia e fique por dentro de como você pode se preparar melhor para usar essas ferramentas poderosas de comunicação chamadas etnoartes.

Duração: 00:44:40

» Assista ao vídeo mencionado no programa que mostra o Antes e o Depois
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CONTEÚDO RELACIONADO

  • kiko de Angra ( Ex will)

    muuuuuito legal….idéias sempre bem pensadas onde podemos ver que criatividade eh muito importante….parabens

    • Héber Negrão

      Somos seres criativos Kiko, herdamos nossa criatividade do grande Criador. Por isso temos as artes, para expressar essa criatividade e agradecer a Deus por essa dádiva.

  • Missões em suas mãos

    Muito bom conhecer novos termos e aprender mais!

    Deus abençoe a Além!

    • Héber Negrão

      Assim que tivermos mais detalhes do curso Artes para o Reino eu posso te passar mais detalhes caso vc tenha interesse em fazer.

      • Missões em suas mãos

        Quero sim, irmão!
        Me mantenha informado!
        WhatsApp +55 61 98147-2584
        [email protected]

      • Missões em suas mãos

        Quero saber sim, irmão!

        Vamos conversar mais por WhatsApp +55 61 98147-2584

  • Esdras Aurélio

    Muito legal o tema, quero deixar a recomendação de um livro, “O fator Melquisedeque – o testemunho de Deus nas culturas através do mundo” que mostra como Deus se revelava (e ainda se revela) aos povos pagãos. Esse é um livro apaixonante, onde o autor relata como o amor de Deus é transcultural e está ao alcance de todos os povos.

    • Héber Negrão

      O livro “O Fator Melquisedeque” é excelente Estras, obrigado pela dica para os ouvintes.

  • Héber Negrão

    Bom demais gravar com vocês Paulinho e Adriana. Depois de apenas ouvir tantos “Olá pessoas” dessa vez eu vi ao vivo”.
    Galera, vocês não tem noção da energia que o Paulinho usa pra soltar essa frase de abertura. Sensacional!
    https://uploads.disquscdn.com/images/e6acd9365329c4a807025c37f5da496111fae46d371c1b5ea10945b3c8a35b2a.jpg

    • Adriana Nascimento Degaspari

      Curti demais de conhecer o trabalho de vcs! E gravar foi show! Mas a música do titanic.. credo!

  • Kleber Serra

    Muito legal esse Podcast… O curso de Artes para o Reino tem sido um grande incentivo para valorizamos a adoração em uma expressão culturalmente revelante.

    • Héber Negrão

      Valew Kleber. Rapaz, tô achando que vou te contratar pra ser o marketeiro do curso 🙂

      • Kleber Serra

        Kkk…
        Pode deixar, depois a gente fala de valores.

  • André Lopes

    Que legal esse episódio. Pelo nome não imaginava o que era. Muito bom saber que temos irmãos aprendendo a cultura indígena para pregar o evangelho em vez de pregar o evangelho e a “cultura evangélica”, que não é ruim em si, mas não é evangelho.

    • Héber Negrão

      É como a Adriana disse no programa: muitas vezes a gente sabe que precisa estudar a cultura para usá-la na pregação do Evangelho, mas não sabe como fazer isso de forma prática. Apesar do nome diferente, a proposta da Etnodoxologia é oferecer justamente essa pregação do Evangelho e não da cultura da cidade.

  • http://www.criativacontabilidade.com.br Cláudio Antônio da Silva

    Muito bom, gostei deste episódio, muita novidade e coisas que a igreja precisa conhecer.

    Minha igreja participa do sustento de uma família que está no Mali, quem sabe seja possível colocar eles em contato com a irmã Nana.

  • Ana Carolina Murayama Ribeiro

    Show de bola!!!
    Obrigada pelo carinho e divulgação do projeto Mali!!! ❤❤❤❤

  • http://www.funnysheep.org Jonatas Kerr de Oliveira

    Desculpem a demora para vir comentar… mas fiquei com uma pulga atrás da orelha ao ouvir esse podcast… faço um doutorado num programa chamado Ciência, Tecnologia e Sociedade, e um tema que tem se repetido muito nas disciplinas do doutorado é que a separação entre ciência, artes, tecnologia, religião, etc é algo moderno, do fim da idade média, e que as civilizações não-modernas não fazem essa separação… então para o índio, o curanderismo é uma coisa única, e eles não separam o gesto da dança como arte, a medicação como ciência, ou o transe como religião… não fica complicado fazer essa separação e re-utilizar em outro contexto? para aqueles que viveram aquilo não vai sempre trazer uma ligação com a religião original?

    • Héber Negrão

      Boa noite Jônatas. Ótima colocação a sua! Bom, vamos por partes.

      Você está certo, realmente a divisão entre ciência/razão/academia/arte e religião/igreja/fé é algo próprio da Modernidade. As sociedades indígenas são o que chamamos na antropologia de “culturas simples” e de fato elas tendem a ter um grande amálgama em sua cosmovisão, pra eles é religião e ciência (sim, eles têm ciência) é tudo interligado.

      Bom, um problema que muitos pensadores cristãos tem percebido é que a Modernidade foi tão invasiva que chegou influenciar a visão e a vida dos próprios cristãos a ponto de um cristão moderno fazer diferença entre Vida Secular e Vida Religiosa ou Espiritual. A verdade é que não vemos tal divisão na Bíblia, e o cristão deve viver genuinamente a sua fé tanto dentro da igreja quanto na sociedade (trabalho, vizinhança, escola/faculdade, etc). [sobre esse tema leia Francis Schaeffer, Abraham Kuyper, Nancy Pearcey e Hans Rookemaaker, este último na área das artes que é o assunto desse programa.]

      Considerando isso, eu diria que os cristãos indígenas estão mais suscetíveis a viver uma vida cristã integral, uma vida cristão que tenha uma abrangência sobre todas as áreas da sua vida, justamente porque a sua religião tradicional já faz isso. Mas isso não é feito de qualquer jeito.

      O que nós, missionários transculturais, nos esforçamos para fazer é levar um Evangelho integral, que mude não o exterior, as práticas culturais, mas que mude a cosmovisão, os valores da sociedade. Por isso estudamos a cultura para que o evangelho seja devidamente contextualizado e recebido como algo próprio deles e não algo estrangeiro.

      E no processo da contextualização haverá naturalmente a avaliação dos tipos de artes do povo que podem ser usadas na igreja ou aquelas que podem ser rejeitadas. A própria igreja indígena será capaz de identificar o que pode ser usado e que deverá ser rejeitado, mas tudo será o reflexo de um cristianismo integral, que abranja todas as áreas daquela sociedade.

      Desculpa a resposta longa, mas espero que você tenha entendido.

      • http://www.funnysheep.org Jonatas Kerr de Oliveira

        Não só entendi, mas gostei muito da resposta! valeu! que Deus abençoe!

  • Héber Negrão

    Pessoal, tomei a liberdade de anunciar aqui os detalhes do curso Artes para o Reino, mencionado neste programa.

    O curso Artes Para o Reino tem o objetivo de fornecer ferramentas para
    missionários e obreiros transculturais conhecerem as artes da comunidade onde
    trabalham para que, através delas, a comunidade venha a melhorar seus pontos
    fracos e suas dificuldades para, então se tornar mais parecida com o Reino de
    Deus.

    Esse curso foi elaborado por missionários etnomusicólogos e envolvidos
    com etnodoxologia em seus ministérios ao redor do mundo. Ele apresenta o
    método “Criação Conjunta de Artes
    Locais” como um manual de pesquisa de etnoartes que qualquer pessoa
    pode colocar em prática. (para mais informações veja aqui https://www.worldofworship.org/ethnodoxology-manual/)

    Durante todo o treinamento nós damos exemplos práticos para ilustrar
    como você poderá ajudar sua comunidade a lidar com suas necessidades
    espirituais, sociais e físicas através das suas artes.

    Venha ampliar a sua caixa de ferramentas para o ministério transcultural
    através das artes e aprenda a ser um facilitador de artes para estimular a
    criatividade local em seu campo de trabalho.

    Público-alvo: missionários transculturais, plantadores de igreja, obreiros locais,
    seminaristas.

    Data: 03 a 08 de setembro
    Local: Base da ALEM em Brasília
    Valor: R$ 350,00 (inclui hospedagem)
    Mais informações: [email protected]

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