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Igreja evangélica Alemã protesta contra máfia da prostituição

Maior comunidade protestante do país, a Igreja Evangélica da Alemanha (EKD) calcula que a máfia internacional levará uma média de 40 mil prostitutas ao país durante a Copa do Mundo, que acontece no próximo ano no país.

A afirmação foi feita pela pastora Helga Troesken, de Frankfurt, durante sínodo da Igreja Evangélica da Alemanha, que terminou hoje em Berlim.

Uma campanha contra a prostituição forçada será realizada pela EKD durante o Mundial. Na Alemanha, a lei de prostituição que foi legalizada e equiparada a outros serviços, entrou em vigor no dia 1 de janeiro de 2005.

A lei autoriza que prostitutas trabalhem com contrato em bordéis, o que as protege da exploração e permite que atuem independentemente desse ofício. Os serviços sexuais são registrados e as prestadoras de serviço pagam impostos e custos trabalhistas.

Aproximadamente 400 mil prostitutas trabalham na Alemanha e tem cerca de 1,2 milhão de homens como clientes, gerando uma movimentação de 1,5 milhão de euros.