Tenho falado muito de como somos aliciados. É incrível como esta palavra tem me incomodado, como esta palavra tem borbulhado em minha vida.
Vamos agora nos imaginar como soldados guerreiros.
Pensemos então em uma bainha, utensílio usado por um guerreiro para guardar a sua espada. Quantos tipos de bainhas existem? Bainhas cravejadas de pedras, bainhas douradas, bainhas personalizadas, bainhas que pensamos terem sido feitas especialmente para nós; mas, também existem bainhas de couro, nada bonitas, mas que também são muito usadas.
Qual das bainhas nos encantam mais?
Qual a diferença entre as duas?
Nenhuma.
Mas perceba como somos aliciados. A bainha adornada, personalizada nos encantará, nos fará sonhar, nos fará almejar como seria bom poder ter uma bela bainha, uma bainha especial que se encaixasse exatamente com minha personalidade, estaremos encantados; mas já a de couro faremos questão de nos afastar, pois além de não ser nada bela, não há nada nela que nos chame a atenção.
Afinal de contas, o que está querendo dizer com tudo isso, Bruce?!
Indiferente do tipo da bainha, dentro sempre existirá uma espada, que machuca, fere, sangra e quase sempre mata.
Quanto à bainha de couro, ela nos é mostrada só para nos enganar, para que achemos que a bainha personalizada é a melhor escolha.
Não se deixe aliciar pelas coisas belas que o inimigo nos incita a acreditar que é o melhor para nós, não se esqueça que dentro de uma bela bainha, sempre haverá uma espada que pode deixar muitas marcas, e feridas profundas, que nos farão chorar pelo dia em que nos deixamos aliciar pelo que achamos ser o melhor para nós.
Opte pela palavra do PAI, pois esta sim é uma espada de dois gumes que penetra no mais profundo da alma (Hebreus 4:12).
Vai para a guerra?
Só não esqueça de escolher a espada certa. Já a bainha… o PAI amará que seja o teu coração.
“Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra TI.” Salmos 119:11.





