O mar se agitava bravio!
Gritos de pavor. Vidas por um fio.
Quando os recursos se esgotam e a vida se esvai…
– Chamai o mestre, chamai!
Enquanto os discípulos se debatiam,
O mestre dormia tranqüilo, sereno…
– Chamai o mestre, chamai!
Antes que o mar arrebente o barco pequeno!
“Oh mestre o mar se revolta,
As ondas nos dão pavor!
O céu se reveste de trevas,
Não temos um salvador?”
E eis que o mestre se ergue,
Em meio ao vendaval!
Repreende o vento, ordena ao mar,
Espanta os discípulos, sossega a nau.
Que homem é este, que o vento e o mar lhe obedecem?
Que homem é este, sempre o mesmo enquanto os reinos perecem?
Que homem é este, capaz de fazer minha nau triunfar?
Que homem é este, capaz de me conhecer e ainda me amar?
Lá no barco, no monte, no túmulo, ou aqui em casa comigo,
Sempre o mesmo salvador; SENHOR, fonte de consolo e abrigo.
Para responder ao meu coração incrédulo só há uma resposta possível:
Tu és o Cristo o filho do Deus vivo!
Para ruminar vida afora:
“Respondendo Simão Pedro, disse: Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo!” Mateus 16:16.





