“Responderam os
servidores: Nunca homem algum falou assim como este homem”
(João 7:46)
O Senhor Jesus, o
eterno Filho de Deus, era o Homem perfeito sobre a terra. O pecado era algo
alheio a Ele: jamais cometeu ou conheceu pecado. Dessa maneira, Ele Se
distinguiu do resto da humanidade em Sua forma de pensar, agir e falar.
João já havia dito
sobre Ele: “Aquele que Deus enviou fala as palavras de Deus” (3:34), e o próprio
Senhor Jesus testificou que Suas palavras eram “espírito e vida” e que falava o
que via junto de Seu Pai (João 6:63;
8:38).
O Senhor Jesus sempre
falou do poder do Espírito Santo, “porque nele habita corporalmente toda a
plenitude da divindade” (Colossenses
2:9). Ele conhecia o coração das pessoas e suas
motivações ocultas. Ele foi ao encontro das várias necessidades delas por meio
de Suas palavras. Portanto, todos os que O procuravam buscando graça eram
confortados, edificados, instruídos, encorajados, ou mesmo advertidos de tal
maneira que nenhum outro poderia fazer. Quem desejava fazer a vontade de Deus e
ouvia o Salvador do mundo era convencido pela força moral de Sua divina
sabedoria e amor revelados no que Ele dizia. Suas palavras atingiam direta e
simultaneamente o coração e a consciência. Seus ouvintes encontravam a luz de
Deus que brilhava nEle. No entanto, os religiosos da época nunca admitiram que
Ele era o Filho de Deus.
Os filhos de Deus, que
reconheciam que o Senhor foi enviado pelo Pai, O amavam e honravam.
Testificavam, como o salmista: “Tu és mais formoso do que os filhos dos homens;
a graça se derramou em teus lábios; por isso Deus te abençoou para sempre” (Salmo 45:2)





