“E, embora não
achassem nenhuma causa de morte, pediram a Pilatos que ele fosse morto… Mas
Deus o ressuscitou dentre os mortos”
(Atos 13:28,
30)
Certas frases na
Bíblia causam uma profunda impressão no leitor. Esse é o caso de “mas Deus…” ou
“mas o Senhor…”, que sempre transformam uma situação desesperadora ou
impossível em motivo de alegria.
Em Atos 13 vemos como
a sede de sangue dos líderes religiosos levou à crucificação de Jesus Cristo
por meio da aquiescência de Pilatos. As esperanças de todos os que confiavam
nEle pareciam ter acabado na sepultura, onde Seu corpo jazia. Então se segue o
fantástico contraste com a cena anterior: “Mas Deus o ressuscitou dentre os
mortos”. A aparente tragédia da cruz se transformou em triunfo. Os temerosos
discípulos se tornaram testemunhas audaciosas. E todos os redimidos desde então
afirmam sem pestanejar: “Ele está vivo”.
Efésios 2 descreve
como a natureza humana é governada por Satanás, impulsionada por nossos desejos
e, portanto, objeto da ira de Deus. Nossa própria experiência confirma essa
verdade. Mas se alguém recebe Cristo como Salvador, uma mudança radical
acontece: “Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com
que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou
juntamente com Cristo” (Efésios
2:4-5). O resultado é libertação da escravidão de
Satanás, dos maus desejos e da condenação divina.
No final da vida,
Paulo foi abandonado por seus companheiros e ficou sozinho perante seus juízes.
Mas ele não se permitiu ficar amargurado. E explicou o motivo: “O Senhor
assistiu-me e fortaleceu-me” (2
Timóteo 4:17).
Mesmo nas
circunstâncias mais difíceis, Deus tem poder para mudar tanto as situações
exteriores quanto, e principalmente, o nosso interior a fim de que possamos ver
Sua luz em meio às trevas.





