“Então disse Adão: A
mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi”
(Gênesis
3:12)
Deus perguntou a Adão:
“Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?” (v. 11). A resposta
de Adão nos mostra que o pecado nos torna covardes. Ele deveria simplesmente
ter dito: “Deus, fiz a pior coisa que podia ter feito: comi da árvore em vez de
obedecer ao Teu mandamento. Como posso consertar as coisas?”
Adão falou algo
totalmente diferente, algo que transparece o caráter desprezível e maligno do
pecado: a acusação. Adão colocou a culpa parte em Deus, parte em Eva. Ele havia
ficado feliz em receber sua esposa das mãos de Deus, e como ele se alegrou
quando a viu! Então, como poderia agora exclamar: “A mulher que me deste…?” Que
temeridade!
Com que freqüência
ousamos colocar a culpa de nossos erros em outras pessoas? Isso é um recurso
muito usado. E que desaforo as criaturas demonstram para com Deus quando
afirmam: “Se Ele não tivesse permitido… Ele quis!” Esse fato é bastante comum
em especial entre cônjuges, familiares e colegas de trabalho. Nunca somos os
culpados, pelo menos não sozinhos!
Tal prática é pecado.
E o que dizer quando culpamos a Deus? Somente podemos nos livrar disso
confessando esse pecado a Deus. Ele perdoa os que admitem seus erros, os
confessam com sinceridade e aceitam o perdão oferecido na cruz pela obra de Seu
filho, Jesus Cristo.





