“Tu nem ainda temes
a Deus, estando na mesma condenação? E nós, na verdade, com justiça, porque
recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez”
(Lucas
23:40-41)
As palavras acima
foram ditas por um dos criminosos crucificados ao lado do Senhor Jesus. Um
pregador as chamou de “o sermão de trinta segundos”. A mensagem é tão curta que
todos têm tempo de ouvi-la.
“Tu nem ainda temes a
Deus?” Por detrás de tal pergunta está a terrível constatação de que Deus
existe e é um justo e incorruptível Juiz. Estamos conscientes do fato de que,
por causa de nossos pecados, merecemos Sua condenação?
“E nós, na verdade,
com justiça, porque recebemos o que os nossos feitos mereciam.” Esse homem teve
coragem de admitir que, diante de Deus, era um pecador e merecia Sua punição.
Há poucos como ele. O pecado em geral é justificado com desculpas como: “Estou
frustrado com os cristãos”; “É muito difícil seguir a Bíblia no mundo de hoje”;
“Todo pastor é ladrão”; “Deus sabe que não consigo e Ele perdoa”, etc. Deus não
pode nos ajudar se nos recusarmos a confessar nossos pecados, nos arrepender e
abandoná-los.
“Mas este nenhum mal
fez.” Uma simples frase basta para dizer a coisa mais importante sobre Jesus
Cristo: Ele é inocente; e, mesmo assim, foi condenado à morte. E qual o motivo
dEle estar lá então? O evangelho dá a resposta: “Porque também Cristo padeceu
uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus” (1 Pedro 3:18). “O
castigo que nos traz a paz estava sobre ele” (Isaías 53:5).





