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PERDÃO PATERNAL E JUDICIAL

“Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para
nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça”

(1 João 1:9)

O convite do Senhor Jesus: “Vinde a mim, todos os que estais
cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus
11:28) é para todos. Todos, sem exceção, são responsáveis diante de Deus
pela própria culpa de viver de maneira independente, sem considerar a vontade
dEle. Quem reconhece esse fato e confessa sua culpa pode reivindicar a
promessa: “O que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora” (João 6:37). Sobre esse fundamento, Deus perdoa
o pecado. Chamamos esse processo de perdão
judicial de Deus
, e quem passa por ele é declarado livre do castigo eterno
e não precisa mais ter medo de Deus como Juiz.

Esse perdão acontece uma vez por todas e inclui todos os
pecados. Sua base é o efeito expiatório do sangue de Cristo vertido no
Calvário. Há dois mil anos, não estávamos vivos e nem tínhamos cometido
qualquer pecado. No entanto, a Palavra de Deus afirma: “E ele é a propiciação
pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o
mundo” (1 João 2:2).

O lamentável é que os filhos de Deus ainda cometem pecados. Mas
também estes já foram expiados e não nos sentenciam à condenação. Porém, o
relacionamento com o Pai celestial fica truncado. O versículo de hoje é uma
palavra para os que crêem. Se confessarmos nossos pecados a Deus, receberemos
Seu perdão paternal. Deus concede Seu
perdão a nós como filhos e restaura nosso relacionamento com Ele. Precisamos
desse perdão diariamente, e diariamente o Pai está disposto a nos concedê-lo!