PAIZINHO

“E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o
Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai”

(Gálatas
4:6)

Através da palavra aramaica “Aba”, uma criança expressava um
sincero e afetuoso relacionamento com seu pai.

Na Palavra de Deus encontramos apenas uma única ocasião na qual
o Senhor Jesus usou essa expressão. Quando estava no Getsêmani, ajoelhado com o
rosto no pó, agonizando em sua alma diante do horror da cruz do Calvário. Nessa
situação, Ele orou: “Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim
este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres” (Marcos 14:36).

Em Gálatas 4, o apóstolo Paulo mostra que o Senhor Jesus redimiu
a todos os que se encontravam debaixo da lei, libertando-os dela. Portanto,
eles não eram mais escravos (sob a lei), e sim filhos de Deus. Todos os
redimidos desta presente era pertencem à companhia dos filhos, até aqueles que
jamais estiveram sob a lei judaica, no caso das nações gentias. Foi essa a
razão pela qual Deus enviou o Espírito de Seu Filho ao nosso coração. E somente
assim, somos capazes de chamá-Lo de “Aba, Pai”.

O Espírito Santo deseja encher nosso coração do desejo de nos
aproximarmos de Deus como filhos que desfrutam de um íntimo relacionamento com
o Pai celestial.

Gratos, Pai, por Tua graça,

Teu amor e Teu poder,

Pois, da trilha do pecado

Nos aproximaste a Ti.

“Aba, Pai” exclamam filhos,

pecadores redimidos –

Teu Espírito nos diz

que Teu nome é “Aba-Pai”!

(Hinos Espirituais, n° 17, estr.
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