Porfiai por entrar pela porta estreita.
Porque estreita é a porta… que leva à vida.
Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á,
e entrará, e sairá, e achará pastagens
(Lucas 13:24; Mateus 7:14; João 10:9)
Para colocar Seus ensinos ao alcance de
todos, o Senhor Jesus gostava de ilustrá-los com exemplos tirados da vida
diária ou com objetos de uso comum: lâmpada, sal, caminho, grão de trigo, pão,
moeda…
Nos versículos de hoje nosso Senhor fala de
Si mesmo como a porta que conduz à vida e ao céu. Para chegar ali, é necessário
passar pelo Senhor Jesus. Esta porta é estreita, mas conduz à vida. Enquanto
permanecer aberta, Deus oferece Sua graça a todos que com humildade a quiserem.
Contudo, o tempo escorre, e logo ela de fechará e ninguém jamais poderá abri-la
novamente.
O Senhor
Jesus quer nos libertar do pecado. Neste sentido, a “porta” se torna um limite,
um recurso de proteção. Cristo é ao mesmo tempo o acesso ao Pai e a proteção
contra o mal.
Ele declara: “Eu sou a porta”, ou seja, o
único meio verdadeiro de sair das situações mais desesperadoras. É a saída para
as dificuldades que nos parecem insolúveis, para os perigos visíveis e
invisíveis que nos cercam e os pecados que nos impedem de prosseguir.
Em todas as portas existe algum mecanismo
que a tranca e destranca. O arrependimento abre a “porta”, em outras palavras,
ele concede o acesso ao Senhor Jesus. E o que a mantém trancada? O que pode
manter o Senhor Jesus longe de nós? O orgulho fecha-a definitivamente. “Deus
resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (1
Pedro 5:5).





