E pesaram o meu salário, trinta moedas de prata. O Senhor, pois, disse-me: Arroja isso ao
oleiro, esse belo preço em que fui avaliado por eles
(Zacarias 11:12-13)
O versículo de hoje é uma das numerosas
profecias do Antigo Testamento que se referem ao Messias. Quando o Senhor Jesus
veio ao mundo e viveu como homem, esta profecia se cumpriu.
Ele veio como pastor para tomar conta das
ovelhas perdidas de Israel. Ele não se apresentou para ser servido, mas para
servir e dar Sua vida em resgate de muitos.
Depois de andar alguns anos fazendo o bem
aos que O rodeavam, ajudando os pobres, curando inúmeros enfermos, trazendo
consolo aos oprimidos, com razão podia perguntar: “Quanto valho para vocês? Me
dêem meu salário!”
Qual foi a resposta das pessoas no tempo do
Senhor Jesus? Nenhum apreço! Quando Judas propôs entregar o Mestre aos líderes
religiosos dos judeus, ele recebeu trinta moedas de prata. O preço de um
escravo! Quanta dor tal rejeição deve ter causado ao coração de Deus e do
Senhor Jesus. Nenhum afeto, só desprezo. O valor que os homens atribuíram ao
Salvador era o mesmo valor de um escravo!
Este miserável preço está em completa
oposição ao valor que Deus conferiu ao sacrifício de Seu Filho. Depois de
cumprir a obra da salvação, Deus O exaltou acima de todos e de tudo, e Lhe deu
um lugar de honra suprema nos lugares celestiais.
E nós? Como avaliamos a obra que o Senhor
Jesus realizou? Ou melhor, que valor Ele mesmo tem pra nós? Será o mesmo que
qualquer deus falso, inventado pela idolatria humana? Será que Ele tem o mesmo
valor de tantos outros filósofos e benfeitores da humanidade?





