Assim, pois, morreu, conforme a palavra do Senhor, que Elias falara
(2 Reis 1:17)
(Leia 2 Reis 1: 11-18)
Em sua obstinação, Acazias envia um segundo capitão com mais
cinqüenta homens para trazer Elias. As ordens são ainda mais insolentes: “Desce
depressa”. Ele obteve a mesma resposta do anterior.
No Carmelo, o fogo não desceu dos céus sobre os que assistiam
à cena, mas apenas sobre o sacrifício. É uma figura do julgamento divino caindo
sobre Cristo para trazer o coração do Seu povo de volta a Deus. Mas, no
capítulo de hoje, o fogo teve de descer como julgamento sobre os homens
rebeldes.
Jesus, a santa Vítima, experimentou sozinho o calor da ira
divina. Porém, no futuro, os que não crerem terão de se submeter a essa ira
inflexível por toda a eternidade (Romanos 1:18).
Esse dia de julgamento ainda não chegou. Foi por isso que o
Senhor reprovou tão severamente os discípulos Tiago e João que tinham esse
incidente em mente ao propor que o fogo descesse do céu e consumisse uma aldeia
de samaritanos (Lucas 9:52-56).
O capitão da terceira tropa talvez era um dos sete mil do
qual o Senhor falara. Ele demonstra respeito, humildade e afeição por seus
soldados. Elias foi com ele até a presença do rei, apenas para repetir palavra
por palavra a mensagem original, logo cumprida pela morte de Acazias.





