Um de seus discípulos, aquele a quem Jesus amava,
estava reclinado no seio de Jesus
(João 13:23)
Ao apóstolo João foi dada a revelação de muitas verdades
preciosas que são fonte inesgotável de alegria e refrigério espiritual para
todo verdadeiro crente no Senhor Jesus. Tais verdades, embora simples e de
fácil entendimento, são profundas revelações. Entre elas estão o grande amor do
Pai, e a intimidade que podemos desfrutar com o Senhor Jesus e com Deus Pai.
Que exemplo João é. Apesar de ser o portador de tamanhos
tesouros, ele não se vangloriou nem exaltou por ter recebido tais preciosidades
do Espírito Santo. Pelo menos por quatro vezes, ele simplesmente se identifica
como o discípulo a quem Jesus amava (João 13:23;
19:26; 20:2; 21:7). Para João bastava se alegrar no fato de Cristo
amá-lo.
Mesmo sendo uma grande alegria saber que somos chamados e
usados por Deus, e todos os filhos de Deus o são, não temos de permitir que os
dons e a vocação de Deus sejam motivo de orgulho para nós, e nem que ocupem
tanto nosso tempo e coração a ponto de perdermos de vista o incalculável amor
de Cristo por nós.
Cristo nos amou tanto que enquanto éramos Seus inimigos, Ele
morreu por mim e por você, para nos reconciliar com Deus (Romanos 5:10). E este amor se desdobra em tão
diversas facetas que passaremos a eternidade admirados, adorando ao Deus que
nos amou, pois “nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em
que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos
pecados” (1 João 4:10).





