E na mesma hora, levantando-se, tornaram para
Jerusalém, e acharam congregados os onze, e os que estavam com eles, Os quais
diziam: Ressuscitou verdadeiramente o Senhor, e já apareceu a Simão. E eles
lhes contaram o que lhes acontecera no caminho, e como deles fora conhecido no
partir do pão. E falando eles destas coisas, o mesmo Jesus se apresentou no
meio deles, e disse-lhes: Paz seja convosco
(Lucas 24:33-36)
Com que sentimento se reuniram os onze
discípulos e seus amigos nesse primeiro dia da semana! Dois dias antes, o
Mestre e Senhor deles havia sido crucificado. Nessa mesma manhã, umas mulheres
contaram que anjos lhes anunciaram: “Não está aqui, mas ressuscitou” (Lucas 24:6). As palavras delas lhes pareceram
loucura (v. 11). Contudo, Pedro vira no
sepulcro os lençóis nos quais envolveram o corpo de Jesus, e mais tarde o
Senhor falara com ele.
Também chegaram outros dois discípulos,
maravilhados pelo que tinham acabado de experimentar. Eles também viram o
Senhor, que os acompanhou lado a lado. De repente, o próprio Jesus apareceu no
meio deles, os saudou e deu provas de que não era nenhum espírito ou fantasma.
E mais ainda, lhes abriu a mente para entenderem as Escrituras.
A saudação do Senhor vai muito além do
sentido habitual e trivial que tem em nossos dias. Em Israel ainda se usa a
palavra “shalom” nos cumprimentos. Para nós, crentes, “Paz!” é a palavra-chave
da era da graça na qual vivemos. O que nos dá paz em relação ao passado e
presente? É o fato de Jesus ter ressuscitado. E quanto ao futuro, Sua
ressurreição nos enche de plena segurança: é o prelúdio da nossa!





