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Rainha do lar

Quando seus olhos brilham, tudo fica claro como o dia!
É aleluia, é festa, é alegria!
Quando você sorri, é sinfonia!
O som da sua voz é poesia!
Quando seus olhos brilham, ganho meu dia!

Quando você dorme tranqüila, há paz na terra…
Sua serenidade vence a guerra…
É calmaria à beira dum riacho…
Tesouro que procuro e acho.
Contemplo-te perdida entre os lençóis e então me acho.

Quando você caminha pela casa, há assim um certo ar de majestade.
Tudo parece estar em órbita à sua volta.
O quarto, a sala, a cozinha, as crianças, a cidade…
E eu também sou atraído pela sua gravidade.
Lua negra, prenúcio de minha felicidade.

O melhor de mim hoje se esconde nos teus braços;
Jamais serei mais forte do que tu és.
Lancei a minha sorte em teu regaço,
Não posso correr mais do que seus passos,
Meu peito bate assim no seu compasso.

Quando você sorri, minha rainha,
Eu, bobo, me alegro em seu palácio,
Sacio minha sede em tua vinha,
Festejo e brindo à sua alegria,
Amada minha e sempre amada minha.

Para ruminar vida afora:

“Os teus beijos são como o bom vinho.” Cantares 7:9.