O vento sopra onde quer e não se sabe se vem, ou se vai.
E isso é coisa de Deus, nosso glorioso Pai.
Porém, no vai e vem do vento, uma orquestra se inicia,
E o farfalhar das folhas, o canto alegre dos pássaros,
Faz da música e da dança, sempre o prato do dia!
Como uma valsa divina, a brisa uiva nos montes,
Pássaros dançam ao vento, cruzando os horizontes.
E o Espírito Santo baila e convida a quem queira
Dançar ao som das florestas, da festa das cachoeiras!
Venha fazer como a águia, leve nos braços do vento,
Acima das tempestades, ao doce som do silêncio!
Qual exímio bailarino, o Espírito convida:
Vem você, bailar comigo! É fácil, meu bom amigo! Atente ao meu movimento!
O homem tem muita pressa, só ouve o som do metal!
Não aprecia a poesia, e por perder a alegria, ele só tem carnaval.
Deus quer tomar-te nos braços, como um noivo apaixonado, garboso e galante!
Como um pai e sua filha ao completar quinze anos, num baile de debutante!
E ao som da valsa da vida, ensinar-lhe o seu compasso,
Dizer ao homem apressado, que ele está dançando errado, fadado assim ao fracasso!
Vem pra festa! Vem celebrar! Traga o champanha e o vinho!
O Espírito quer te tirar pra dançar, pois valsa não se dança sozinho!
Para ruminar vida afora:
“O vento sopra onde quer, ouves a sua voz,mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito.” João 3:8.





