No primeiro dia do Ramadã, mês sagrado de jejum para os mulçumanos, pelo menos onze pessoas morreram em atentados ocorridos em diversos locais do Iraque. Um suicida a bordo de um carro-bomba matou três pessoas, dois agentes e um civil, em um ponto de acesso à chamada “zona verde”, região onde ficam as embaixadas dos EUA e do Reino Unido, e a sede do Governo iraquiano. O suicida conseguiu entrar na área escondido no comboio de cinco veículos que escoltava o general iraquiano Yassin Halaf, do Ministério do Interior.
A 30 quilômetros de Bagdá, dois soldados iraquianos morreram durante uma troca de tiros com um grupo de insurgentes. Em Bagdá, seis pessoas morreram em detrimento de diversos atos de violência na cidade. No bairro de Al-Hivaz, três civís de uma mesma família morreram depois de homens armados invadirem o domicílio da família.
Um comerciante iraquiano foi baleado por pistoleiros, no distrito de Daudi, enquanto fazia negócios com forças americanas. A outra vítima foi uma pessoa ainda não identificada que foi morta por homens armados em Cidade de Sadr, bairro de maioria xiita.
Durante um ataque contra um veiculo oficial de Bagdá, um vereador da cidade morreu. Na mesma avenida do ataque, dois policiais iraquianos ficaram feridos quando desconhecidos atacaram o comboio militar. Além dos ataques, um corpo de um homem foi achado pela Policia local com os olhos vendados e vários tiros na cabeça, sinal de que sofrera tortura, nos arreadores de Taji, cidade a 30 quilômetros ao norte da capital iraquiano.