O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) criticou em um pronunciamento na última terça-feira (10) uma reportagem da revista Veja intitulada “Uma guerra de 150 anos – Por que Charles Darwin não conseguiu expulsar Adão e Eva dos livros escolares”.
Em comemoração aos 200 anos do autor de “A Origem das espécies”, a revista fez uma reportagem sobre a sua teoria de evolução pela seleção natural, que mudou o rumo da ciência e das crenças sobre a origem do homem.
Para Crivella, bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, a Veja tratou o assunto com arrogância, pois defendeu uma tese que, segundo ele, não é consenso. “Não há provas conclusivas de que aja qualquer indício na natureza de que uma espécie possa gerar outra espécie”, disse.
De acordo com a Agência Senado, o senador criticou o fato de a revista não ter entrevistado cientistas que discordam da teoria evolucionista, que “também depende de as pessoas acreditarem em um milagre. O surgimento da vida a partir de uma ameba traz questionamentos, como por exemplo: e a ameba surgiu de onde? Eu sou criacionista, creio em Deus, acredito que o universo foi criado por uma força sobrenatural, por um Deus. Creio de todo o meu coração”.
Ele alegou que se a teoria de Darwin estivesse correta, já teriam encontrado o “elo perdido” – fósseis – fósseis de seres metade anfíbio e metade ave ou peixe, ou até mesmo um com características de homem e macaco. “Onde está esse elo perdido?”, questionou.
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