Fomos ensinados que a vida cristã é uma vida de paz e, quando não temos paz, assumimos que o problema está em nós. Não apenas nos sentimos ansiosos, mas também nos sentimos culpados pela nossa ansiedade! O resultado é uma espiral descendente de preocupação, culpa, preocupação, culpa.
Isso é o suficiente para nos fazer pensar se o apóstolo Paulo estava sem noção da realidade quando escreveu em Filipenses 4:6, “Não andem ansiosos por coisa alguma”.
É a vida de ansiedade perpétua que Paulo quis abordar. Não permitam que coisa alguma na vida os deixe perpetuamente sem fôlego e em angústia. Sim, a presença da ansiedade é inevitável, mas a prisão da ansiedade, isso é opcional.






