Um lugar de nascimento mais humilde não poderia existir. Maria olha o rosto do bebê. Seu filho, seu Senhor, Sua Majestade. E de alguma maneira ela sabe que está segurando Deus. Ela se lembra das palavras do anjo: “Seu Reino jamais terá fim” (Lucas 1:33 NVI).
Majestade em meio ao mundano. Santidade na sujeira do esterco e do suor de ovelha. Divindade entrando no mundo no chão de um estábulo, através do ventre de uma adolescente e na presença de um carpinteiro.
Enquanto isso a cidade cantarola. As pessoas zombariam de qualquer um que lhes dissesse que o Messias está deitado nos braços de uma adolescente nos arredores de sua aldeia. Todos estavam ocupados demais para considerar a possibilidade. Aqueles que perderam a chegada de Sua Majestade naquela noite a perderam simplesmente porque não estavam olhando. A vida não mudou nos últimos dois mil anos, não é?






