Filho de Deus, o Cordeiro de Deus, a Ressurreição e a Vida, Alfa e Ômega. Expressões que expandem as fronteiras da linguagem humana em um esforço para capturar o incapturável: a grandeza de Deus. Sempre ficam aquém. Ouvi-los é um pouco como ouvir a banda de Natal do Exército da Salvação na esquina da rua tocando “Messias de Handel”. Nenhum nome faz justiça a Deus.
Mas há um nome. Jesus. Um nome normal demais, se ele estivesse aqui hoje, seu nome poderia ser João, Bob ou Jim. Ele era palpável, acessível, alcançável. “Apenas me chame de Jesus”, você quase pode ouvi-lo dizer. E aqueles que andaram com ele se lembravam dele não com um título ou uma designação, mas com um nome – Jesus! É um nome lindo e um nome poderoso. Está chegando o dia quando ao nome de Jesus todo joelho se dobrará e toda língua confessará que ele é Senhor!






