Há poder na vingança. Poder intoxicante. Nós já não o provamos? Já não fomos tentados a nos vingar?
Ao escoltarmos o ofensor ao tribunal, nós anunciamos, “Ele me magoou!” E os jurados balançam suas cabeças com desgosto. “Ele me abandonou!” nós explicamos, e a sala ecoa nossa acusação. “Culpado!” o juiz fala rispidamente ao bater o martelo. “Culpado!” o júri concorda. Nós nos deleitamos neste momento de justiça.
Não tenho a intenção de ser pretencioso, mas por que você está fazendo o trabalho de Deus por ele? “A mim pertence a vingança”, Deus declarou. “Eu retribuirei” (Hebreus 10:30). Provérbios 20:22 diz, “Não diga: ‘Eu o farei pagar pelo mal que me fez!’ Espere pelo Senhor, e ele dará a vitória a você”. Julgar é trabalho de Deus. Assumir o contrário é assumir que Deus não o pode fazer. Deus não nos pediu para acertarmos as contas ou para nos vingarmos. Nunca.






