“Os céus declaram a
glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia faz
declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Não há
linguagem nem fala onde não se ouça a sua voz”
(Salmo
19:1-3)
O dono de uma mansão
hospedou um parente distante pela primeira vez. O hóspede praguejava e
blasfemava sem cessar. Quando o anfitrião lhe perguntou se não tinha temor de
ofender a Deus com tal linguagem, o visitante respondeu: “Não! Nunca vi Deus”.
Na manhã seguinte, os
dois homens olharam alguns quadros. “Essas são pinturas de meu filho”, o
anfitrião disse. Seu parente ficou impressionado, mas seu entusiasmo iria além.
Durante o dia, ele teve oportunidade de admirar várias outras obras que aquele
rapaz havia realizado no jardim, na decoração da mansão e no terreno onde
ficava a propriedade. Ele sempre perguntava quem havia feito aquilo, e toda vez
ouvia a mesma resposta: Meu filho. Finalmente, exclamou: “Como você deve ser
feliz por ter um filho assim!” Foi a vez do anfitrião perguntar: Como você pode
dizer isso? Você nunca o viu! Surpreso, o visitante replicou: Mas vi as obras que
ele realizou. O dono da casa apontou para uma janela e falou: Então olhe pela
janela e veja o que Deus criou. Você nunca O viu, mas pode contemplar Suas
obras.
Ninguém jamais viu a
Deus também. Contudo, podemos contemplar e tocar Sua criação todos os dias, e
reconhecer Sua existência e majestade nela. E cada um de nós tem de crer que
esse Deus Criador é também o Deus Salvador, que deu Seu Filho, Jesus Cristo,
para que pudéssemos conhecê-Lo. “Quem me vê a mim vê o Pai… Crede-me que estou
no Pai, e o Pai em mim; crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras” (João 14:9, 11).





