“Tem misericórdia de
mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo
a multidão das tuas misericórdias. Lava-me completamente da minha iniqüidade, e
purifica-me do meu pecado. Porque eu conheço as minhas transgressões, e o meu
pecado está sempre diante de mim. Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o
que é mal à tua vista, para que sejas justificado quando falares, e puro quando
julgares”
(Salmo
51:1-4)
Pessoas que
confessaram sua culpa a Jesus Cristo e O receberam como Senhor e Salvador não
se tornaram melhores em si mesmas. A possibilidade de fazer o mal ainda está
presente: elas podem mentir, roubar, adulterar, e voltar a praticar todo tipo
de pecado caso se afastarem de Deus e de Sua Palavra.
A história do rei
Davi, escritor do Salmo acima, prova isso de maneira inequívoca. Davi cria
genuinamente em seu Deus: ele inclusive foi chamado “um homem segundo o seu (de
Deus) coração (1 Samuel
13:14). Contudo, ele se tornou um adúltero, hipócrita,
mentiroso e assassino! Difícil de acreditar, não é?
Nenhum crente escapa
da “escola de Deus”. Deus trata com cada um de Seus filhos, despertando-lhes a
consciência para que reconheçam sua culpa, se voltem para Ele, se arrependam, e
sejam restaurados.
Isso aconteceu com o
próprio Davi. Deus lhe enviou o profeta Natã. Este confrontou o rei: “Por que,
pois, desprezaste a palavra do Senhor,
fazendo o mal diante de seus olhos?” Davi caiu em si e confessou: “Pequei
contra o Senhor”. Mas recebeu o
consolo: “O Senhor perdoou o teu
pecado”. Porém, Davi teve de enfrentar conseqüências terríveis, pois Deus
jamais as anula, haja visto que “Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o
que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7). A comunhão de
Davi com Deus foi restaurada através do arrependimento e confissão, e ele pôde
novamente desfrutar das bênçãos divinas. Leia essa história em 2 Samuel 11 e
12.
Pecar ou não é uma
questão de escolha. E só os filhos de Deus são livres para decidir o que querem
fazer: obedecer a Deus ou seguir o próprio coração enganoso.





