“Se o grão de trigo,
caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto”
(João
12:24)
Essa significativa
ilustração do grão de trigo que tem de morrer para não ficar só foi dada pelo
Senhor aos discípulos. Na aplicação dela, o Senhor Jesus era o grão de trigo.
Nessa ocasião, alguns gregos foram à festa da Páscoa em Jerusalém e procuraram
pelo Senhor Jesus: “Queríamos ver a Jesus”. Mas Ele não poderia reunir os
perdidos entre os povos, grupo ao qual esses gregos pertenciam, se não morresse
por eles.
Em Sua morte, o Senhor
expiou a culpa de todos os que crêem nEle, suportando o julgamento que paira
sobre nossa raça caída. Em Sua ressurreição, Ele reuniu os crentes ao redor de
Si mesmo, tornado-Se “o príncipe da salvação deles” (Hebreus 2:10).
Que alegria foi para
Ele, como resultado de Sua morte, dar a Deus muitos frutos semelhantes a Si
mesmo, ou seja, grãos de trigo: “Porque, assim o que santifica, como os que são
santificados, são todos de um” (Hebreus
2:11). Na glória haverá uma multidão “a qual ninguém
podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam
diante do trono, e perante o Cordeiro” (Apocalipse 7:9).
Isso só foi possível
porque o Senhor Jesus Se deixou crucificar. Porque Ele pagou com Seu sangue por
nossos pecados. Porque Ele nos amou até à morte. Glórias ao Cordeiro de Deus!





