“Porventura o trono
de iniqüidade te acompanha, o qual forja o mal por uma lei?”
(Salmo
94:20)
Será que perdemos todo
o senso do que é iniqüidade? Iniqüidade é pecado, ou seja, tudo o que não está
de acordo com a mente de Deus. O modo como julgamos as coisas não tem qualquer
influência sobre os padrões que Deus estabeleceu antes da fundação do mundo. O
mal que o homem aceita e até ignora, Deus não aceita e muito menos ignora. A
sociedade em geral está se tornando extremamente tolerante e já promulga leis
acerca de temas que por séculos foram considerados imorais e/ou criminosos: a
elevação da fornicação à condição de casamento, adultério, “casamento”
homossexual, aborto, eutanásia, etc. Hoje o que Deus chama de mal já é
permitido legalmente em muitos países. Tais leis só podem ter sido originadas
no “trono de iniqüidade”, uma aliança com Satanás. Os governos podem minimizar
o mal, ou travesti-lo de bem, mas não têm jamais a autoridade de perdoá-lo.
O fato de uma prática
não mais ser ilegal não a justifica se o próprio Deus declara que ela é um
pecado contra Si mesmo. Lembremos que os tribunais terrenos não determinarão
nosso futuro eterno. Se deliberadamente voltarmos as costas para as leis de
Deus, mais estaremos próximos de Sua severa sentença: eternidade no inferno!
Que responsabilidade
têm os que advogam uma atitude liberal em relação ao pecado. Que nenhum dos
nossos leitores caia no engano de acreditar que o mundo está evoluindo, que a
sociedade está progredindo. A Bíblia fala expressamente que “nos últimos dias
sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos…
cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais
amigos dos deleites do que amigos de Deus” (2 Timóteo 3:1-4). “O salário
do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo
Jesus nosso Senhor” (Romanos
6:23). E esse dom ainda está disponível para os que,
pela fé, crêem no Senhor Jesus e em Sua obra redentora na cruz.





