“Conheço as tuas
obras, que tens nome de que vives, e estás morto”
(Apocalipse
3:1)
Velhas histórias falam
sobre pessoas consideradas mortas que na verdade foram enterradas vivas. Que
coisa horrível! Podemos agradecer por na atualidade existirem diversos métodos
modernos de comprovação da morte.
No entanto,
infelizmente, o contrário é bem comum: algumas pessoas aparentam estar vivas,
mas, de fato, estão mortas. Você leu a frase corretamente: pessoas aparentam
estar vivas. A Bíblia fala sobre elas. Têm nome de que vivem, mas estão
mortas. Não fisicamente, é claro, mas espiritualmente. Qualquer pessoa pode se
passar por cristã, porém, sem ter nascido de novo por meio da fé em Cristo,
ainda está morta “em ofensas e pecados” (Efésios 2:1). Todo o seu
suposto relacionamento com Deus é mera aparência, ilusão. Isso é pior que estar
de fato morto, pois as conseqüências se estenderão pela eternidade.
Uma violenta
intervenção no tempo certo pode trazer alguém aparentemente morto à plena
consciência. Algo similar pode também acontecer com os aparentemente vivos: um
acidente, uma crise financeira, uma doença séria, uma separação – tudo isso
acaba com qualquer farsa. De repente, se torna claro que o essencial está
faltando. Batismo ou outros rituais cristãos, discurso religioso e boas obras
jamais levam à genuína comunhão com Deus. É preciso muito mais: a vida eterna
que Deus concede. E onde obtê-la?
O Senhor Jesus nos
disse: “Quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida
eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida” (João 5:24).





