Os anjos descem do céu,
Um menino nos nasceu,
O Cristo, Emanuel,
Deus desceu! Deus desceu!
Vai habitar entre os homens,
Saber o que é sofrer,
Despido de sua glória,
Vai ser morto por você!
Para tropeço de muitos,
Pra salvação de quem crer,
Veio aplanar os outeiros,
Dar vista ao que quiser ver!
Madeira da manjedoura,
Tábuas da carpintaria,
Pendurado num madeiro,
A sua vida daria!
Como madeira de acácia,
A divindade escondia
Quem poderia sondar,
O que o menino seria?
Emanuel, Deus conosco,
Senhor da noite e do dia!
A glória do Deus Eterno,
Nele se revelaria!
Para tropeço de muitos,
Pra salvação de quem crer,
Vai aplanar os outeiros
Dar vista a quem quiser ver!
Um menino nos nasceu,
Já condenado à morte,
Como você como eu,
Partilhou de nossa sorte!
Morto na cruz do calvário,
Vivo ao terceiro dia,
Quem poderia sondar,
O que o menino faria?
Para ruminar vida afora:
“Porque aprouve a Deus que nele residisse toda a plenitude, e que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as cousas, quer sobre a terra, quer no céu” Colossenses 1:19,20.





