Não gostamos de falar sobre inferno, não é? Nos círculos intelectuais o assunto inferno é considerado como primitivo e tolo. Não é lógico. “Um Deus amoroso não mandaria as pessoas para o inferno”. Então nós o ignoramos.
A doutrina do inferno, entretanto, não é uma desenvolvida por Paulo, Pedro ou João. Ela é ensinada principalmente pelo próprio Jesus. E ignorá-la é ignorar a presença de um Deus amoroso e o privilégio de uma livre escolha. Ele deixa a escolha para nós. Ele nos convida a amá-lo. Ele nos estimula a amá-lo. Ele veio para que nós pudéssemos amá-lo. Tirar essa escolha de cada um de nós, para ele nos forçar a amá-lo, seria menos que amor. Deus explica os benefícios, descreve as promessas e articula muito claramente as consequências. E então, no final, ele deixa a escolha para nós.






