As vestes podem simbolizar o caráter, e assim como sua vestimenta, o caráter de Jesus era sem costura. Ele era como seu manto: perfeição ininterrupta. Um tecido sem emendas, tecido do céu à terra… dos pensamentos de Deus às ações de Jesus. Das lágrimas de Deus à compaixão de Jesus. Da palavra de Deus à resposta de Jesus. Tudo uma só peça. Tudo uma representação do caráter de Jesus.
Mas quando Cristo foi pregado na cruz, ele tirou seu manto de perfeição sem costura e assumiu um guarda-roupa diferente – o guarda-roupa da indignidade. Envergonhado diante de sua família. A indignidade da nudez. A indignidade do fracasso. Envergonhado diante de seus acusadores. Pior de tudo, ele suportou a indignidade do pecado. As escrituras dizem: “Ele mesmo levou nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, vivamos para a justiça” (1 Pedro 2:24 NVI). A vestimenta de Cristo na cruz? Pecado. Era seu e meu.






