#330: Coisas de menino, coisas de menina

Começa a nova temporada do Podcast irmaos.com! Neste programa de abertura, Paulinho DegaspariAdriana Degaspari e Daniela Marques voltam a falar sobre filhos e conversam sobre os estereótipos da sociedade em relação às brincadeiras e gostos de meninos e meninas.

Responda nos comentários: O que, para você, é coisa de menina que menino não deveria fazer e vice-versa? Justifique.

Duração: 64 minutos

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  • kiko de Angra ( Ex will)

    opa…ouvindo e já percebi que vou curtir…pai de 3 (1 menina e 2 meninos)….coisas boas virão…

  • Lourival Gonçalves

    Dizem que o ano começa depois do carnaval,pra mim depois do primeiro podcast do ano.kkkBaixando!

  • kiko de Angra ( Ex will)

    Aí se liga nessa, acordo eu as 7;30 e olha para cozinha está infestado de formiga, não entendi e me aproximei e vi que tinha uma barata morta, aí imaginei : como está morta se não fui eu que matei? esposa tem fobia….passa sei lá 30 minutos acorda minha filha e esposa logo depois, e eu falo…esposa tem uma barata morta na cozinha e antes de eu terminar a minha filha Lorena (5 anos)diz: pai fui eu ONTEM A NOITEEEEE…não tenho mais medo de barata, peguei um sapato e matei ela…agora sou corajosa….Eu fiquei pasmo e esposa tbem…rsrsr garota é sinistra…

  • kiko de Angra ( Ex will)

    Opa respondendo
    coisa de menina brincar de boneca, pois quando minha filha brinca meu filho pega o boneco dele e faz outras paradas…rsrsrs mas é dificil..
    de menino acho dificil: as vezes levo eles para ver o pai jogando e a lorena fica um pouco deslocada (por ter apenas meninos) porém ela gosta tante de futebol..rsrsrs torce mais pelo flamengo que o irmão..
    Acho a questão final é o equilíbrio e o controle…seguindo o que a sábia Dri disse, eles não tem maturidade para resolver certas questões e aí entra pai e mãe…ótimo POd..
    PS.: Dri sorry…a filha matou barata enquanto eu dormia..rsrsrs falhei..

  • Daniela Marques

    Poxa, que bacana poder participar de uma discussão tão sadia a respeito de um tema tão profundo. Crescemos tanto quando compartilhamos nossas experiências e perspectivas né? Temas delicados como este precisam ser expostos e dialogados. Parabéns por sempre abrirem o espaço! E sim, vocês são padrinhos desse encontro “escritora x ilustrador” mesmo! O Éber é um SUPER profissional e um SUPER ser humano. Fez um trabalho fantástico!!! Tão autor quanto eu! 🙂

    Sobre a pergunta, lanço para discussão (sadia!) só mais uma questão interessante que não falamos no pod. Em um certo período da história, meninos usaram vestidos (pois na época acreditavam que era um facilitador para a higiene). Então, pra galera da época, vestido era tido como coisa de menina e de menino também. Pois bem, hoje, inserida em uma cultura onde vestido é tido como roupa de menina (exclusivamente), não me sentiria bem vendo meu filho usando vestido (por uma série de razões). Se ele por acaso resolvesse ir vestido de Princesa Leia numa festa a fantasia, certeza que daríamos um jeito de fazer ele mudar de ideia… Maaas, por outro lado, se minha filha decidisse ir fantasiada de Darth Vader ou Mestre Yoda, provavelmente levaria numa boa, acharia até engraçado e inovador… Acho bem curiosa essa questão!

    Ah! E só uma pequena errata sobre o lançamento do livro (hehe), o nome da livraria é Sefarim mesmo (no começo eu também sempre errava, rs). O perfil deles no Insta é @sefarimlivros e a loja física fica na Av. Lins de Vasconcelos, 1902 – Vila Mariana (São Paulo – SP)

    • Éber Evangelista

      Muitíssimo obrigado, minha amiga e irmã, por tudo!
      Que Deus te abençoe.

  • http://educandonacontramao.com.br Felipe Marques

    Só estou aqui pra dizer que eu brincava com a minha prima de Barbie só porque ela tinha o varão Ken! E, pô, brincar de igrejinha também é coisa de menino, oras! Minha reputação foi manchada nesse podcast! Kkkkk… No próximo estarei lá!

  • Marcelo Alexandre

    Legal o programa, mas eu pretendo criar meus filhos com características bem separadas. Lá em casa éramos dois irmãos, meu pai e minha mãe. As nossas brincadeiras eram as tradicionais de interior: Bola, pião, bicicletas, brincadeiras de rua e muita lapada nas brincadeiras (minha mãe comprou duas espadas do heman uma vez para a gente e acho que se arrependeu no mesmo dia. hehehhehehe (boas lembranças))
    Prefiro assim, aprendíamos a ser homens e responsáveis e a respeitar e proteger as mulheres com nossos pais. Reforço, pretendo criar os meus filhos com papéis bem distintos, caso tenha um casal, não acho bonito mulheres masculinizadas e nem homens feminilizados (opinião)
    Já minha esposa teve a situação inversa, eram três mulheres (ela, a irmã e a mãe) e o pai, a criação delas foi extremamente menininha mesmo, com direito a todas as patricisses que vocês possam imaginar, hoje são ótimas profissionais, esposas e companheiras.
    Não vejo como problemas homem e mulheres ganharem salários diferentes, simplesmente acho que se dão melhores em nichos de mercado diferentes (gisele bündchen ganha bem mais do que o modelo masculino, por exemplo).
    Tomando como um exemplo mais claro e próximo a mim: a minha esposa é cirurgiã e, claramente, algumas áreas da cirurgia mulheres e homens tem desempenhos diferentes (não em relação à competência, para deixar claro, mas devido às preferências dos pacientes): cirurgia plástica, mulheres têm grandes dificuldades em se destacar nessa área, os homens se dão melhor enquanto em cirurgia pediátrica as mulheres são a maioria, isso não é opinião, é fato.

    • Daniela Marques

      Legal você ter trazido sua visão sobre o assunto para o bate-papo! Acho que o ponto central do podcast e do livro não é como vamos direcionar as brincadeiras e gostos dos nossos filhos, mas o que fazer caso um deles apresente um perfil que fuja da maioria. Neste caso, especificamente, a menina que curte futebol, carrinhos, pipa, aventuras e etc. E, como conversamos no pod, caso aconteça dentro da nossa casa ou com alguém muito próximo, o bacana é não forçar a barra pra que a garota não comece a pensar que tem algum problema em seu desenvolvimento ou sexualidade (porque na verdade não tem, veja o caso da Dri por exemplo. Sempre foi super molecona, sempre curtiu as brincadeiras do universo masculino, e nunca deixou de ser menina por isso). Nós aqui (e toda a família e amigos) no geral sempre oferecemos brinquedos, cores e situações para os nossos filhos direcionadas ao que dita a sociedade… Penso que a maioria das famílias faz isso muitas vezes sem nem pensar. Mas o ponto central da discussão é: e seu minha filha demonstrasse o total desinteresse por bonecas e vestidos? E se meu filho curtisse brincar mais de comidinhas do que de carrinhos? O que fazer?

  • Éber Evangelista

    Olá amigos!
    Muito obrigado pela lembrança no Podcast!
    Foi uma honra ter participado deste projeto nobilíssimo da minha amiga e irmã Dani Marques.
    Um grande abraço aos irmãos.com!

  • Davi Brandão

    Cabei de ouvir.
    Pod sensacional! Aqui um breve testemunho da minha ‘masculinidade predestinada’:
    Quando eu tinha por volta dos 6/7 anos, acordava de manhã cedo, para assistir Barbie, Poly e o Clube das winks. Na época eu assistia não por “ser de menina”, mas por haver meninas neles HHAHAHAHAA
    Enfim, penso que, um garoto brincando de casinha, se for repreendido pelos pais por tal ação, tal reação por parte dos pais poderá acarretar um sentimento na criança do tipo “nossa, isso é errado(pois meus pais me repreenderam), mas eu gosto de brincar disto, acho que não sou normal” saca?
    Talvez o garoto nem esteja pensando em agir como aquela boneca(o), mas sim, em agir como “O homem da casa”.
    Penso que a maneira como vemos tal brinquedo como de menina e outro como de menina está intimamamente ligado com o fato de que tais brinquedos são frutos do pensamento do século passado.
    Ps: Ressalto que acredito que aja coisas de menina e coisas de menino como por ex.: Cuecas, sutiãs etc. Meu ponto é que na do entretenimento isso não há estes polos opostos, pelo menos não incisivamente.

  • http://www.criativacontabilidade.com.br Cláudio Antônio da Silva

    Muito bom, é bom lembrar das coisas de criança, bom é que tem coisas que ainda podemos fazer, mesmo não sendo mais criança… Excelente episódio.

  • Elias Flávio de Paiva

    Caraca! quanto tempo levei pra finalmente cumprir a promessa de comentar aqui.

    Quando pequeno eu sempre brinquei de coisas variadas, mas, esportes, bom isso nunca foi pra mim kkk

    Brincava de cozinha e com bonecas junto com minhas primas, sempre me dei melhor com meninas do que com meninos, eles viviam jogando bola e eu nunca faria aqui repetidas vezes, tentei até, mas, nunca funcionou.

    Não creio, em momento algum que isso possa ser prejudicial. Acho muito complicado traçar uma linha neste assunto.

    Quando se trata de criação de filhos só penso em uma coisa, é impossível fazer direito se Deus não fizer através de nós.

    O que mais espero é não estar atrapalhando a ação dele na vida da minha pequena.

    Que Deus nos abençoe a todos.

    Abraaaço.