Quando minha filha era pequena, ela escreveu uma música para mim. Do ponto de vista musical, tudo estava errado com ela. A letra não rimava, estava fora de ritmo. Tecnicamente a música era um fracasso. Mas para mim, a música era uma obra de arte. Por quê? Porque ela a escreveu para mim. Que pai não gostaria disso? Que pai não gostaria do elogio mesmo com uma bajulação desafinada?
Idealmente, quando nos aproximamos de Deus, nosso motivo e o modo como cantamos são tão fortes quanto a razão pela qual cantamos. As palavras são perfeitas; nossa adoração é tão atraente quanto sincera. Mas muitas vezes ela não é. Muitas vezes nossa adoração é inferior ao que queremos que ela seja. “Senhor, socorro!” “Vocês me procurarão”, Deus declarou. “E me acharão quando me procurarem de todo o coração. Eu me deixarei ser encontrado por vocês” (Jeremias 29:13-14). Que promessa!









